Como tem sido habitual a época teve início com o maior rali, o Africa Eco Race para o qual a equipa partiu com grande entusiasmo. Contudo, os amortecedores da suspensão não revelaram a qualidade esperada e a equipa viu-se obrigada a moderar o andamento com vista a preservar a mecânica do camião. A evacuação de um dos elementos da equipa devido a problemas de saúde provocou um forte transtorno. Apesar de ter de prosseguir com um número reduzido de elementos, a equipa manteve a determinação que lhe é característica e classificou-se em terceiro lugar na categoria Camião.
Em Abril estreou um novo rali ao participar na sétima edição do Libya Rallye que teve lugar em Marrocos. Neste a equipa ganha a terceira etapa à geral e lidera, durante algum tempo, a etapa seguinte. Contudo, na transposição do Erg Chegaga o camião tomba ao transpor uma das dunas. Como medida de segurança face aos danos causados a equipa opta por não continuar em prova.
A segunda parte do ano foi dedicada á alteração da imagem da equipa já que a marca Oleoban, presente desde 2009, é substituída pela marca Bio-Ritmo, um suplemento alimentar do laboratório Medinfar que visa diminuir a fadiga física e mental e aumentar os níveis de energia em situações de cansaço extremo.
Com vista a preparar a próxima época o motor do TGS sofre um reforço de potência partido para o próximo Africa Race com 830 cv.
No mês de Março Elisabete esteve mais uma vez presente no Rallye Aicha des Gazelles integrada na equipa da VW Bélgica tendo France Clèves como navegadora. A equipa classificou-se em quinto lugar na categoria Expert, a mais difícil do rali.

A piloto Elisabete Jacinto vai estar presente na Expofarma 2017, a maior exposição profissional de Portugal dedicado às farmácias, que decorre entre 12 e 14 de Outubro no Centro de Congressos de Lisboa.
O camião de competição da equipa Bio-Ritmo® já está de pé e a funcionar e finalmente o trio conseguiu sair com segurança das dunas do Erg Chegaga onde já estavam há dois dias e duas noites. A máquina retroescavadora que auxiliou os portugueses a colocar o MAN TGS na sua posição chegou junto deles esta manhã altura em que se deu início a uma complexa operação para endireitar o camião. Após muitas horas de trabalho conseguiram colocar o camião de pé e depois de se ter verificado o motor foi possível retirar o veículo da cova onde tinha caído.
A equipa de assistência de Elisabete Jacinto agiu prontamente a partir do momento em que se apercebeu que o camião vassoura da organização não conseguiria chegar ao local onde estava o trio. A ajuda só não chegou mais cedo porque a máquina alugada pela equipa demorou cerca de 14 horas a acorrer ao local onde se deu o incidente.
A equipa Bio-Ritmo® continua parada à espera de ajuda para levantar o MAN TGS de competição que ontem tombou numa zona de dunas do Erg Chegaga quando os portugueses de encontravam a cumprir a terceira etapa do Rallye Oilibya du Maroc. A formação lusa ainda encetou esforços no sentido de continuar em prova, mas esta situação estava dependente da ajuda que teriam que receber por parte do camião “vassoura” enviado pela organização em missão de resgate aos portugueses.
Entretanto o helicóptero da NPO já esteve junto de Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho tendo deixado comida e água. A equipa de assistência, que se encontra a cerca de 400 quilómetros de distância do local onde se deu o incidente, já enviou apoio e está a trabalhar com vista a retirar o camião em segurança. Jorge Gil, Diretor da equipa, refere “eles estão bem e esperamos que ainda hoje o camião possa estar já na sua posição normal. Depois o Marco terá de fazer os trabalhos necessários ao arranque do motor”, contou o gestor.
A portuguesa Elisabete Jacinto continua parada no deserto, onde possivelmente irá pernoitar, após o seu camião de competição se ter virado nas dunas do Erg Chegaga quando a piloto tentava desviar-se de uma zona de lama.
Nas últimas horas levantou-se uma grande tempestade de areia que está a prejudicar bastante os trabalhos da equipa portuguesa que aguarda com expectativa os desenvolvimentos das próximas horas.
A piloto Elisabete Jacinto terminou hoje a segunda etapa do Rallye Oilibya du Maroc no quarto lugar entre os camiões, num dia em que a especial, composta por um trajeto de 354,45 quilómetros, acabou por ser neutralizada após o CP1 uma vez que as chuvas fortes que caíram na região de Erfoud deixaram um dos oued, que fazia parte do sector selectivo, intransponível. Por este motivo, após terem cumprido 130 quilómetros de percurso, os concorrentes foram obrigados a parar e a regressar ao acampamento sem disputar a totalidade da jornada.
primeiro classificado o argentino Frederico Villagra: “infelizmente a etapa de hoje acabou por ser neutralizada logo após o CP1. Choveu imenso há dois dias atrás e o oued que íamos atravessar acabou por ficar intransponível. Como a NPO fez o reconhecimento do terreno antes de ter chovido não se deram conta deste facto. Assim, só quando as motas lá chegaram e viram que não conseguiriam passar é que a organização decidiu neutralizar o sector selectivo desde o CP1 em diante. Acabámos por fazer apenas 130 quilómetros, dos 354 que compunham a especial. Estava tudo a correr bem e estávamos a imprimir um bom ritmo quando tivemos que regressar ao acampamento” explicou a piloto portuguesa.