Elisabete Jacinto vai cumprir o seu décimo Africa Race

A piloto Elisabete Jacinto já confirmou mais uma participação no rali Africa Eco Race. Será a décima vez que a portuguesa vai estar à partida desta grande maratona africana que cumpre em 2019 a sua 11ª edição.

O anúncio foi feito durante a conferência de imprensa de apresentação do Africa Eco Race 2019 que decorreu hoje no Hotel Altis de Belém, em Lisboa, e contou com a presença de René Metge, Diretor da Prova, que esteve em Portugal para revelar algumas das principais características que a corrida vai apresentar em 2019.

Desta feita a 11ª edição deste rali vai ser muito semelhante à anterior mantendo as particularidades e filosofias que o definem com uma das melhores e maiores maratonas de todo-o-terreno da atualidade. Assim, os concorrentes vão contar uma vez mais com traçados em percursos complexos e variados com paisagens fantásticas. As ligações entre as especiais e os acampamentos serão curtas e vão contar novamente com a etapa “500 milhas” que será realizada na Mauritânia. Esta jornada maratona terá cerca de 800 km e vai ser cumprida em dois dias sem que seja permitida assistência mecânica.

Na conferência que decorreu em Lisboa o Diretor de Prova do Africa Race salientou os vários aspetos desta edição da prova: “este Africa Race vai novamente atravessar Marrocos, Mauritânia e Senegal. Acaba por ser difícil apresentar novidades, mas a verdade é que todos os anos tentamos montar percursos diferentes que sejam competitivos e interessantes para os concorrentes. Na Mauritânia é onde temos a possibilidade de fazer a diferença e descobrir percursos novos. Os reconhecimentos vão ficar finalizados no final de Setembro e tenho a certeza que será mais uma excelente corrida de todo-o-terreno” referiu René Metge.

Para a piloto Elisabete Jacinto este rali é sempre uma enorme aventura na qual tem muita satisfação em estar presente: “esta vai ser a décima vez que vou participar no Africa Eco Race. É uma prova de que eu gosto muito quer pela sua dureza como também pelo ambiente fantástico que se vive durante a corrida. Estou bastante animada com esta edição do Africa Race e vou preparar todos os pormenores para que seja mais uma boa competição”, referiu a piloto portuguesa que se mostrou entusiasmada com este rali.

Nesta edição do Africa Eco Race a partida para a competição será dada no Principado do Mónaco e o embarque no ferry será efetuado em Sète, no sul de França. Durante dois dias os concorrentes permanecerão no barco desembarcando já em Marrocos na cidade de Nador onde se vai disputar a primeira etapa desta competição no dia 1 de janeiro de 2019. O 11º Africa Eco Race vai ter início no dia 28 de Dezembro de 2018 com a realização das verificações administrativas e técnicas da prova e termina a 13 de Janeiro altura em que se realiza a mítica etapa do Lago Rosa, no Senegal.

Elisabete Jacinto fala “Sem Medo dos 50” anos em apresentação de

Elisabete Jacinto participou ontem na apresentação do livro “Sem Medo dos 50” da autora Vera Valada Ferreira que decorreu na Livraria Bertrand do Amoreiras Shopping Center. A piloto portuguesa de todo-o-terreno foi uma das entrevistadas pela escritora do livro no sentido de descrever a sua perspectiva de vida aos 50 anos. Neste livro, Elisabete Jacinto conta como é  ser desportistas aos cinquenta anos.

O livro “Sem Medo dos 50” contou com a participação de 17 especialistas e figuras públicas de diferentes áreas da sociedade portuguesa que falam sobre as suas experiências, perspectivas e planos para tirar o melhor partido possível dos 50 anos.

Elisabete Jacinto foi uma das oradoras nesta apresentação que contou também com a presença da jornalista Isabel Stilwell.

Elisabete Jacinto termina Morocco Desert Challenge

Elisabete Jacinto concluiu hoje a sua participação no 10º Morocco Desert Challenge ao terminar a oitava etapa desta maratona africana de todo-o-terreno que se cumpriu entre Tendrara e Oujda. A equipa Bio-Ritmo® realizou esta curta mas exigente jornada, composta por 220 quilómetros cronometrados, em 2h28m20s alcançando o 12º posto entre os camiões. O trio constituído por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho teve que lidar com um furo a meio da especial o que atrasou a sua progressão.

Ao longo de todo o rali, a corrida dos portugueses foi pontuada por uma série de contratempos que comprometeram os resultados da equipa. Todavia, nas etapas em que não registaram problemas conseguiram mostrar a fiabilidade e consistência do seu andamento o que lhes permitiu figurar entre os primeiros classificados da sua classe e recuperar posições dia após dia. Assim, e apesar de todas as dificuldades, o trio que iniciou a prova num modesto 26º posto entre os camiões termina esta competição no sétimo lugar da categoria T4.

Para Elisabete Jacinto esta corrida foi bastante dura e difícil, como de resto seria expectável, mas considera que a classificação não espelha o empenho da equipa pois a piloto acredita que têm capacidades para alcançar melhores resultados: “a especial de hoje era rápida mas era preciso andar com muita atenção e foco porque a navegação era bastante exigente. Começámos bem o dia e conseguimos, desde o início, imprimir um bom ritmo. No entanto, a certa altura rebentou-nos um pneu e demorámos algum tempo a trocá-lo. Estávamos a fazer uma etapa bastante boa e tivemos mais um contratempo que não nos permitiu fazer um bom resultado. Este rali foi um misto de emoções. Tivemos que lidar com uma série de azares que comprometeram a nossa corrida e com tudo isto a classificação não é a que ambicionávamos. Sei que temos condições para fazer melhor, mas estas situações fazem parte das corridas. Apesar de tudo quero dar os parabéns a todos os membros da minha equipa porque eles foram incansáveis” comentou a piloto portuguesa no final deste rali.

Elisabete Jacinto sobe na classificação da etapa

A piloto Elisabete Jacinto alcançou o sexto lugar entre os camiões na sétima e penúltima etapa do Morocco Desert Challenge, que se disputou hoje entre Boudnib e Matarka, tendo progredido 10 posições relativamente à especial de ontem. Nesta jornada, onde foram percorridos 410 quilómetros cronometrados, os portugueses gastaram 5h11m55s apenas mais 17 minutos que o checo Ales Loprais, o vencedor da etapa de hoje entre os T4 e que continua a liderar a classificação geral da classe, e somente sete automóveis foram mais rápidos a concluir o sector selectivo que a equipa Bio-Ritmo®.

O trio composto por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho conseguiu cumprir toda a especial sem problemas a registar e com um bom ritmo, apesar de terem tido alguns impedimentos na progressão nas pistas de pedra devido à falta de amortecedores. A um dia do fim deste grande rali africano os portugueses mantêm o sétimo posto da classificação dos camiões.

Elisabete Jacinto revelou que o dia decorreu de forma positiva: “a etapa correu bastante bem. A especial tinha bastante bom piso e por isso conseguimos andar bem. Como nós já não temos amortecedores torna-se mais difícil conduzir depressa. Mas como o percurso era favorável imprimimos um bom ritmo e nunca nos perdemos, apesar de ter sido um dia com uma navegação difícil. Ainda tivemos tempo para ajudar uma equipa que tinha o carro capotado. Parámos para dar um empurrãozinho e conseguimos colocar o automóvel nas quatro rodas. O rali está a chegar ao fim e a verdade é que tenho pena de não ter conseguido fazer melhor, mas demos o nosso melhor e fizemos o que era possível”, contou a piloto.

Amanhã realiza-se, entre Tendrara e Oujda, a oitava e última etapa do Morocco Desert Challenge 2018. Composta por 220 quilómetros cronometrados, esta jornada apesar de ser mais curta exige uma concentração total e uma navegação perfeita. Manter o foco é fundamental porque as pistas serão bastante rápidas mas difíceis de encontrar. No final do dia uma grande festa aguarda os concorrentes no acampamento.

Elisabete Jacinto mantém posição à geral

A piloto Elisabete Jacinto completou hoje a sexta etapa do Morocco Desert Challenge, uma das jornadas mais complicadas de todo o rali onde foram cumpridos 306 quilómetros ao cronómetro num percurso que incluía mais uma passagem pelas majestosas dunas do Erg Chebbi e outra pelo Erg Znaigui.

A jornada que ligou Merzouga a Boudnib não foi fácil para a equipa Bio-Ritmo® que, depois de ter feito uma lenta travessia de cerca de 30 quilómetros nas dunas, teve um percalço mecânico com o suporte do amortecedor o que os obrigou a parar mais de uma hora para resolver a situação. Ainda assim os portugueses terminaram a especial no 16º posto entre os T4, um resultado que lhes permite manter a sétima posição da classificação geral dos camiões.

Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho concluíram mais uma etapa no Morocco Desert Challenge e estão agora a dois dias de cumprir mais um rali:a especial de hoje não foi nada fácil. Tivemos que percorrer cerca de 30km no Erg Chebbi num percurso muito complicado e que nos deu muito trabalho, mas que ultrapassámos sem percalços. Logo a seguir encontrámos outra secção de dunas que também conseguimos passar bem. Infelizmente tivemos um problema no apoio dos amortecedores e tivemos que parar para resolver a situação o que nos atrasou imenso. Com tudo isto perdemos quase uma hora. No entanto, conseguimos terminar mais uma etapa e amanhã partimos com o objectivo de voltar a conquistar posições”, referiu a piloto portuguesa na chegada ao acampamento.

A penúltima etapa do Morocco Desert Challenge cumpre-se amanhã entre Boudnib e Matarka. Serão disputados 410 quilómetros cronometrados nesta sétima especial que segue para norte pelas planícies de Hamada e pelo planalto de Rekkam. Depois das pistas arenosas do sul de Marrocos, no norte os pilotos vão encontrar vales desertificados, pistas de pedra e montanha mas as paisagens permanecem fabulosas.

Elisabete Jacinto continua a recuperar posições

A piloto Elisabete Jacinto terminou a quinta etapa do Morocco Desert Challenge, que se disputou hoje entre Fezzou e Merzouga, no oitavo posto entre os camiões. A equipa Bio-Ritmo® demorou 5h11m01s a cumprir os 275 quilómetros cronometrados que compunham esta difícil jornada que incluiu a travessia dos Erg Ouzina e Chebbi. Em dois dias os portugueses conseguiram recuperar nove lugares à geral e sobem agora duas posições ocupando o sétimo posto da classificação geral da sua classe onde competem, neste momento, 17 equipas.

O trio composto por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho completou a especial sem problemas a registar, a apenas 31 minutos do checo Ales Loprais que lidera a classificação geral dos T4 e que hoje foi o terceiro camião mais rápido da prova.

Apesar das dificuldades impostas pelo sector selectivo, Elisabete Jacinto conseguiu ultrapassar todos os obstáculos dando mais uma vez provas da consistência do seu andamento: “a etapa correu bem mas foi muito trabalhosa e cansativa. Não tivemos grandes percalços porque fizemos tudo com muita calma, no entanto, as passagens de areia são sempre complexas. No Erg Ouzina, apesar do traçado não apresentar grandes dificuldades, apanhámos um grande susto. Estávamos a sair de uma duna muito alta e o camião fez um voo incrível. Foi uma grande sorte ter parado com as quatro rodas bem assentes no chão porque a determinada altura pensei mesmo que fosse capotar. Mas foi a passagem do Erg Chebbi que nos deu mais dores de cabeça. Foi particularmente difícil porque entrámos nas dunas ao meio dia e não conseguíamos ver nada do terreno. Optámos por andar com calma para não fazer más escolhas e felizmente acabou por correr tudo bem”, contou Elisabete Jacinto.

Amanhã cumpre-se a sexta etapa do Morocco Desert Challenge. Será o último dia nas dunas, mas definitivamente uma das jornadas mais complicadas de todo o rali. Serão cumpridos 306 quilómetros ao cronómetro que se iniciam com o cruzamento das dunas mais altas do Erg Chebbi, logo seguido de outra seção de dunas no Erg Znaigui. A partir daqui a paisagem muda e até ao final da especial os pilotos vão encontrar uma mistura de oueds arenosos bem como trilhos rápidos e técnicos.

Elisabete Jacinto regressa ao top ten dos camiões

A piloto Elisabete Jacinto alcançou hoje, no final da quarta etapa do Morocco Desert Challenge, o sétimo posto entre os camiões num dia em que os concorrentes voltaram a atravessar as dunas do Erg Chegaga. A especial permitiu à equipa Bio-Ritmo® conquistar 15 lugares, em relação à etapa da véspera, e voltar a subir na classificação geral dos T4. Com este resultado os portugueses regressam às posições cimeiras dos camiões ocupando agora o nono posto da geral da sua classe.

A jornada de hoje, que contou com 310 quilómetros cumpridos ao cronómetro entre o Erg Lihoudi e Fezzou, apesar de complexa decorreu de forma positiva para a equipa Bio-Ritmo® que, depois dos contratempos registados na etapa de ontem,  conseguiu recuperar fazendo um percurso sem problemas e tendo concluído o sector selectivo em 5h48me33s a apenas 20 minutos do terceiro classificado dos T4.

Para Elisabete Jacinto esta especial permitiu à equipa retomar o andamento consistente: “hoje correu tudo bem. Passamos bem as dunas sem problemas nenhuns. Apenas ficamos presos na crista de uma duna, mas conseguimos rapidamente resolver a situação. Tivemos que fazer as dunas com bastante calma, porque devido às configurações do nosso camião não consigo ser rápida na areia. Mas fizemos tudo com tranquilidade e correu bastante bem. Depois da areia pudemos imprimir um bom ritmo e conseguimos subir lugares na classificação dos camiões o que nos deixa satisfeitos”, revelou a piloto portuguesa.

Amanhã cumpre-se a quinta etapa do Morocco Desert Challenge que vai ligar Fezzou a Merzouga contando com uma distância de 275 quilómetros cronometrados. Será uma especial com um pouco de tudo: entre Fezzou e Marabout os concorrentes vão encontrar planícies de areia, depois o precipício de MHarech, onde predominam os caminhos rochosos, as dunas de Ouzina, que contará com muitos trilhos arenosos e, por fim, uma primeira travessia do Erg Chebbi.

Sistema bedlock prejudica andamento de Elisabete Jacinto

A piloto Elisabete Jacinto concluiu hoje a terceira etapa do Morocco Desert Challenge, uma difícil jornada cumprida nas dunas do Erg Chegaga que se mostraram demolidoras para a equipa Bio-Ritmo®.  Nesta especial, composta por 335 quilómetros cronometrados que se iniciou em Touzounine e terminou no Erg Lihoudi, os portugueses rolaram quase sempre entre os cinco primeiros camiões. No entanto, no cruzamento de uma grande secção de areia um dos pneus do MAN TGS de competição saiu da jante o que os fez perder imenso tempo a tentar resolver a situação e terminaram a etapa no 22 lugar da classificação destinada aos camiões.

A formação composta por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho conseguiu completar a etapa após terem permanecido no deserto várias horas: “o dia hoje foi muito difícil. Tentámos andar depressa mas tivemos problemas com os amortecedores e apanhámos muita pancada. No entanto, o nosso grande problema foram as dunas. Um dos nossos bedlocks, o sistema que usamos que permite andar com pressões mais baixas nos pneus para que estes não saiam da jante, falhou e a determinada altura, quando estávamos  encostados a uma barreira de areia, o pneu saiu da jante e ficámos presos. Demorámos imenso tempo a resolver a situação e a sair dali. As dunas são sempre muito traiçoeiras e sem o material certo é difícil fazer melhor. Depois disso tivemos apenas umas pequenas dificuldades num sitio em que é sempre muito complicado navegar mas conseguimos andar bem e com um bom ritmo. Contudo, perdemos demasiado tempo nas dunas o que nos deixa frustrados porque estávamos a fazer uma boa etapa”, adiantou a piloto portuguesa que assume agora o 16º posto da classificação geral da sua classe.

A quarta etapa do Morocco Desert Challenge será bastante variada. No menu do dia estão 310 quilómetros cumpridos ao cronómetro entre as “Dunas dos Judeus” e Fezzou num dia em que os concorrentes terão, uma vez mais, que enfrentar as dunas do Erg Chegaga. O arenoso oued de Mhamid, a subida de um íngreme trilho de um vulcão e pistas rápidas e largas também farão parte desta quarta especial.

Elisabete Jacinto recupera 22 lugares e aproxima-se do pódio

A piloto Elisabete Jacinto alcançou hoje, no final da segunda etapa do Morocco Desert Challenge, o quarto posto entre os camiões tendo protagonizado uma brilhante recuperação conseguindo subir 22 posições da tabela de classificação geral, depois do revés sofrido no prólogo que a deixou nos últimos lugares entre os T4.

Nesta jornada, que tinha um percurso composto por 470 quilómetros cronometrados, a equipa Bio-Ritmo® mostrou a sua consistência e fiabilidade impondo um ritmo rápido que lhe permitiu chegar mais perto do objectivo de alcançar um lugar no pódio dos camiões. De notar que os portugueses foram a 14ª equipa mais rápida na especial de hoje, na totalidade dos 90 carros, buggys e camiões que participam nesta corrida.

No sector selectivo que conduziu os concorrentes até Touzounine, Elisabete Jacinto executou o percurso de forma exemplar e sem falhas a registar, apesar de ter tido a exigente tarefa de realizar várias ultrapassagens. O trio português figura agora no sétimo lugar na classificação geral dos camiões: “hoje podemos dizer com toda a certeza que foi o dia em que batemos o nosso recorde de ultrapassagens. Foi um trabalho difícil, porque apanhámos muito pó, mas conseguimos fazer uma etapa bastante boa e sem problemas. A especial era deveras complicada. A dureza do traçado e a extensão do setor seletivo complicaram-nos muito a vida. Passámos sete horas a conduzir o que é verdadeiramente extenuante. Apesar dos obstáculos, não tivemos dificuldades na navegação e viemos sempre no caminho certo com um bom ritmo. Fizemos um bom trabalho e estamos contentes com a nossa classificação”, contou a piloto portuguesa na chegada ao acampamento.

A terceira etapa do Morocco Desert Challenge vai percorrer uma das lendárias pistas do rali Dakar atravessando a maior zona militar do sul de Marrocos. A especial, que se inicia em Touzounine, terá 335 quilómetros cumpridos ao cronómetro que serão percorridos por entre fantásticas paisagens desérticas. Depois de cruzar o lago seco Iriki, os concorrentes vão enfrentar as complexas dunas do Chegaga e após terem ultrapassado uma série de pistas arenosas e sinuosas alcançarão o acampamento que estará instalado no Erg Lihoudi, também conhecido como “as dunas dos judeus”.

Lama atrasa Elisabete Jacinto

A piloto Elisabete Jacinto completou hoje o prólogo da 10ª edição do Morocco Desert Challenge, o qual era composto por um sector seletivo de 77 quilómetros cumpridos ao longo da Plage Blanche, em Marrocos. A equipa Bio-Ritmo®, apesar de ter iniciado bem esta grande competição africana, sofreu um revés aquando da travessia de um oued lamacento que acabou por atirar os portugueses para a 25ª posição entre os camiões.

Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho viram o seu MAN TGS de competição ficar preso na lama e tiveram que esperar bastante tempo por ajuda o que atrasou bastante os portugueses. Apesar do desaire Elisabete Jacinto não desanima: “estava a fazer uma especial excelente. Fomos o terceiro camião a partir para o prólogo e conseguimos andar num bom ritmo sempre no caminho certo. A determinada altura, quando estávamos a atravessar um oued que tinha muita lama, o camião deu um salto e no momento em que as rodas assentaram no chão ficaram completamente enterradas. Tentámos de todas as formas sair dali, mas a lama era tão densa que não era possível sair sem ajuda. Assim, decidimos chamar o camião vassoura. Entretanto passou por nós um concorrente com um MAN KAT 6×6 semelhante ao nosso que nos puxou e conseguiu tirar-nos dali. Depois disso viemos sempre num bom ritmo. Apesar do revés não esmorecemos. Amanhã temos que fazer um trabalho de progressão cuidadoso, porque vamos partir atrás de muitos concorrentes mais lentos, mas acreditamos que vamos conseguir conquistar posições e alcançar bons resultados”, contou Elisabete Jacinto.

A segunda etapa do Morocco Desert Challenge vai conduzir os concorrentes até Touzounine. Esta especial, composta por 470 quilómetros cronometrados, vai passar pelo leito do rio Draa e será muito variada em termos de percursos. Neste segundo dia os pilotos terão que enfrentar oueds arenosos, montanhas, onde vão predominar trilhos de pedra, e lagos secos.