Elisabete Jacinto segue até Dakar fora da corrida

Elisabete Jacinto terminou a sua participação na décima edição do África Eco Race. Os danos no diferencial da frente do MAN TGS, que partiu durante o sector selectivo de ontem, foram irreparáveis e apesar da equipa ter tentado de todas as formas encontrar uma solução para o problema, as diligências foram infrutíferas.

Recorde-se que o diferencial do camião partiu numa altura em que os portugueses estavam em segundo lugar da sua categoria. O trio conseguiu, ainda assim, terminar a terceira especial circulando apenas com a tração às duas rodas de trás. Na chegada ao acampamento empenharam-se em resolver a situação mas não  foi possível encontrar uma solução que permitisse aos portugueses continuar a corrida.

Todavia, Elisabete Jacinto vai continuar a acompanhar a prova até Dakar: “esforçamo-nos ao máximo por encontrar uma solução para o nosso problema e empenhámo-nos em arranjar um diferencial. Falámos com os concorrentes que tinham camiões iguais ao nosso mas nenhum deles tinha a peça. Contactámos com o importador em Portugal e havia uma possibilidade de mandar vir a peça de Casablanca. A nossa ideia era fazer a reparação no dia de descanso e continuar na corrida a partir da Mauritânia. Mas por causa do fim-de-semana essa hipótese foi desde logo inviabilizada porque necessitavam de pelo menos quatro dias úteis para enviar a peça. Agora a nossa opção é prosseguir até Dakar. O Marco e o Hélder arranjaram uma forma de por o camião a rolar por estrada, o que também foi uma experiência inédita. Tenho mesmo muita pena do que aconteceu porque pela primeira vez os amortecedores estavam excelentes o que me permitia andar bastante rápido. O Zé estava a navegar na perfeição e tudo a corria lindamente quando este desaire sucedeu. Foi de facto uma enorme frustração para todos”, revelou a piloto.

Hoje cumpriu-se a quarta etapa do Africa Race que teve uma longa especial de 499 quilómetros cronometrados. Amanhã a caravana chega a Dahkla, onde a prova realiza, no domingo, o habitual dia de descanso para depois partir para a Mauritânia. O rali termina no dia 14 em Dakar com a disputa da mítica especial cumprida nas margens do Lac Rose.

Elisabete Jacinto discutiu liderança da etapa mas diferencial partido inviabilizou a vitória

Elisabete Jacinto concluiu hoje mais uma etapa do Africa Race 2018, desta feita a terceira que se cumpriu entre Agdal e Assa, em Marrocos. O dia começou bem para a equipa Bio-Ritmo® que registou um andamento muito rápido durante grande parte da especial. Até ao CP2, os portugueses figuravam em segundo lugar entre os camiões e estavam a discutir de perto a liderança com o húngaro Micklos Kovacs. Mas, a poucos quilómetros do CP3, o diferencial da frente do MAN TGS partiu dificultando, desta forma, o andamento dos portugueses que terminaram a jornada no 10º posto da sua categoria.

O trio, composto por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho, chegou mesmo a encontrar-se a 40 segundos do primeiro lugar quando o contratempo surgiu o que acabou por impossibilitar a formação lusa de manter o ritmo particularmente na zona de dunas. A equipa Bio-Ritmo® concluiu o sector selectivo, que teve como vencedor da categoria camião o holandês Gerard De Rooy, em 6h00m02s. Os portugueses seguem agora no quinto posto da classificação geral dos T4.

Apesar de ser uma situação difícil de resolver, Elisabete Jacinto continua em prova: “vínhamos a andar muito bem quando a certa altura ouvimos um barulho. Fizemos mais alguns quilómetros, mas o ruído começou a acentuar-se e parámos para ver o que era. Foi aí que percebemos que o diferencial da frente tinha partido. A partir desse momento fizemos o restante percurso com a tração às duas rodas o que significa que tivemos que rolar mais devagar e foi mais difícil terminar a especial. Ainda assim conseguimos imprimir um bom ritmo até ao fim e agora temos que tentar resolver o problema para amanhã podermos arrancar novamente”, revelou a portuguesa.

Amanhã realiza-se a quarta etapa do Africa Eco Race a qual vai ligar Assa a Fort Chacal. Serão cumpridos 499 quilómetros cronometrados nesta que será a especial mais longa de todo o rali. A jornada será particularmente complexa em termos de navegação e vai exigir muita concentração. Para além de regressarem ao Oued Draa a caravana vai entrar numa zona de planícies sem muitos pontos visuais para navegar. Ainda antes de chegarem ao acampamento, instalado em Fort Chacal, os concorrentes terão como último desafio a travessia do Oued Hamra.

Elisabete Jacinto sobe entre os camiões

A piloto Elisabete Jacinto terminou hoje no quarto posto entre os camiões a segunda etapa do Africa Race 2018, cujo sector selectivo de 443 quilómetros se disputou entre Merzouga e Foum Zguid. A equipa Bio-Ritmo® demorou 7h06m45s a concluir esta longa e bastante exigente jornada e, com o resultado alcançado, sobe um lugar na tabela da classificação geral figurando agora na quarta posição da categoria T4.

A especial começou logo com uma complexa passagem pelas dunas do Erg Chebbi onde os portugueses sofreram um contratempo que os fez perder mais de 40 minutos. O camião ficou preso na areia mole e foi preciso muito trabalho para o retirar do local onde se enterrou. Mas, o trio luso, composto por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho, não esmoreceu. Logo que conseguiram resolver a dificuldade, os portugueses encetaram uma brilhante recuperação que os fez subir de um modesto 12º posto, posição alcançada em CP1, para o quarto lugar registado no final da especial.

Para Elisabete Jacinto, apesar de dura e cansativa, esta foi uma etapa muito compensadora: “a travessia do Erg Chebbi foi verdadeiramente stressante. Estávamos a passar bem as dunas mas a determinada altura o camião ficou enterrado na areia. Ficámos parados mais de 40 minutos a cavar e vimos os concorrentes todos a passar por nós. Foi desesperante. Mas assim que conseguimos sair dali imprimimos o ritmo mais rápido que conseguimos e felizmente não tivemos mais nenhuma situação complicada, apesar de termos feito imensas passagens de dunas. O mais difícil foi ter que ultrapassar tantos pilotos. No entanto, demos sempre o nosso melhor. No final da especial viemos sempre a fundo e conseguimos fazer um resultado muito positivo. Estamos contentes” revelou a piloto que está, neste momento, no 19º lugar da classificação conjunta entre carros e camiões.

A terceira etapa do Africa Race vai ligar Agdal a Assa e serão cumpridos 400 quilómetros cronometrados numa especial que será bastante rápida. Perto do final da jornada os concorrentes terão que atravessar novamente o Oued Draa e nesse ponto a navegação será complexa e as dificuldades poderão surgir. O acampamento estará instalado nos arredores da cidade de Assa.

Sistema sentinel atrasa Elisabete Jacinto

Elisabete Jacinto  concluiu hoje a primeira especial do Africa Eco Race 2018, uma curta jornada de 92 quilómetros cronometrados disputada entre Ameziane e Merada em Marrocos, no quinto posto entre os camiões. A equipa Bio-Ritmo® demorou 1h13m34s a cumprir o percurso do dia e registou uma diferença de 10m47s para o primeiro lugar da categoria T4, posição alcançada pelo holandês Gerard de Rooy que participa aos comandos de um potente IVECO, e está a apenas 2m05s do húngaro Miklos Kovacs, vencedor da edição de 2010 desta corrida, que é neste momento o terceiro classificado entre os camiões.

Além desta primeira jornada ter sido bastante exigente, uma vez que grande parte do traçado era composto por caminhos estreitos, sinuosos, com muita pedra e dificuldades de navegação, uma falha no sistema sentinel, que é um aparelho que permite aos concorrentes aperceberem-se da presença de um piloto mais rápido atrás de si e que por questões de segurança devem facilitar a ultrapassagem, acabou por atrasar Elisabete Jacinto: “as especiais feitas no norte de Marrocos são sempre as mais complicadas porque os caminhos são muito justos e torna-se difícil circular com um camião. No entanto, em termos de percurso, conseguimos ultrapassar todas as contrariedades que nos apareceram. Apesar de tudo tivemos um percalço que nos atrasou bastante. Estávamos a imprimir um bom ritmo e conseguimos aproximar-nos do Tomecek, que partiu à nossa frente. Quando finalmente apareceu uma oportunidade para o ultrapassar percebemos que não tínhamos o sistema sentinel a funcionar. Andámos muito tempo no pó do dele e acabámos por perder muito tempo devido a esta falha”, contou a piloto que ocupa a 16ª posição tabela conjunta auto/camião.

Amanhã disputa-se a segunda etapa do Africa Eco Race 2018 a qual se realiza entre Dar Kaoura e Agdal. A especial, que será composta por um total de 443 quilómetros cronometrados, será um reflexo da grande variedade de terrenos que Marrocos tem para oferecer destacando-se as passagens de dunas, as pistas rápidas e os caminhos de pedra. O dia vai começar com uma aproximação ao Erg Chebbi onde os concorrentes vão encontrar as primeiras dunas desta corrida. A travessia do Oued Draa também será um dos pontos altos desta jornada.

Elisabete Jacinto parte com o 402

A equipa Bio-Ritmo® realizou hoje em Menton as verificações técnicas e administrativas do Africa Eco Race 2018. Esta é a última etapa que os concorrentes têm que cumprir antes da partida oficial para a corrida a qual será dada amanhã com grande animação a partir do Principado do Mónaco.

Os portugueses realizaram os controlos técnicos com normalidade e estão agora em contagem decrescente para a primeira especial do rali que será disputada no dia 2 de janeiro já em solo marroquino. Para Elisabete Jacinto as verificações decorreram sem dificuldades: “foi um dia impecável sem qualquer contratempo. O tempo esteve excelente o que tornou tudo mais agradável. O camião já está em Parque Fechado o que significa que estamos prontos para partir”, contou a portuguesa.

Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® partem para este Africa Race com o número 402 e vão enfrentar vários adversários de peso nomeadamente a equipa De Rooy que participa nesta edição com dois camiões IVECO um dos quais será comandado por Gerard De Rooy e o segundo pelo holandês Wuf Van Ginkel, um piloto experiente que já participou diversas vezes no rali Dakar. Tomas Tomecek com o seu Tatra, com o qual já venceu por três vezes esta corrida, e Micklos Kovacs, vencedor desta competição em 2010, com um Scania também vão marcar presença na 10ª edição desta corrida com a ambição de vencer a prova.

O Africa Eco Race vai contar este ano com a maior comitiva de sempre em termos de equipas de camião. São ao todo 14 os concorrentes de T4 que vão enfrentar os duros e complexos percursos desta maratona africana pelo que se prevê que a competitividade entre os pilotos desta categoria seja elevada. Várias formações vão fazer a sua estreia no Africa Race, nomeadamente a equipa holandesa liderada pelo piloto Johan Elfrink, com um Mercedes, e os também holandeses da formação Van de Laar Racing, com um DAF, mas ainda assim é esperada uma luta aguerrida entre os camiões.

Africa Eco Race 2018: Transmissões de televisão

Está quase a começar mais uma edição do Africa Eco Race onde a equipa Bio-Ritmo® vai estar presente. Acompanhe esta fantástica competição a partir do dia 2 até 14 de janeiro nos seguintes canais de televisão:

Sporttv + no programa Últimas Noticias emitido pelas 23:55 (repete nos noticiários que serão transmitidos todos os dias);

Bola TV no programa Remate Final que será emitido diariamente pelas 00:00 (repete no dia a seguir nos noticiários do canal)

– Eurosport 1: Diariamente às 22:30

– Eurosport 2 (repetição do programa da Eurosport 1) de 2 a 4 de janeiro às 8:15 e de 5 a 14 de janeiro às 7:00

Elisabete Jacinto chega hoje ao Mónaco

A equipa Bio-Ritmo® já está de partida para o Africa Eco Race 2018. Os portugueses vão em direcção ao Mónaco onde se reunirão com a restante comitiva da corrida e de onde será dada a partida oficial da 10ª edição desta grande maratona africana.

Elisabete Jacinto cumpre a sua nona presença nesta competição onde já conseguiu alcançar cinco lugares de pódio. Apesar de reconhecer que o favoritismo recai sobre alguns dos seus mais directos adversários, a piloto portuguesa não perde a ambição nem a expectativa de alcançar uma posição de destaque: “A tarefa não vai ser fácil mas são os sonhos que nos movem. O pódio é o meu objectivo. Por muito difícil que seja vou lutar por ele”, frisou.

O Africa Eco Race é neste momento a maior maratona de todo-o-terreno realizada no continente africano. Desde 2008 que a organização da prova consegue cumprir este evento com grande sucesso e, por este motivo, são cada vez mais os pilotos atraídos por este rali que este ano conta com 104 equipas inscritas distribuídos pelas categorias moto, quad, SSV, automóvel e camião. Em termos de segurança são asseguradas por parte da organização todas as condições não só em termos de acompanhamento dos concorrentes em pista como também no âmbito da segurança nos países onde decorre o rali. Aliás a organização orgulha-se de, em 10 anos de prova, não ter registo de qualquer tipo de incidente ao nível da segurança da caravana nem de acidentes graves.

Mais uma vez o Africa Race será bastante animado em termos desportivos contando com a participação de nomes sonantes do mundo todo-o-terreno como por exemplo Pal Anders Ullevalseter nas motos, Vladimir Vasiliev nos automóveis e Gerard de Rooy nos camiões.

Os MAN de Elisabete Jacinto já partiram para o Africa Race

Os camiões da equipa Bio-Ritmo® já estão a caminho da 10ª edição do Africa Eco Race. Pelo segundo ano consecutivo os dois camiões da equipa serão transportados pela empresa Rodocargo até Marselha. A partir daí Elisabete Jacinto e Pedro Azevedo assumem os comandos até Menton, cidade onde vão ser realizadas as verificações técnicas e administrativas de todos os veículos e equipas que participam neste rali.

Os camiões estiveram em preparação pelo Marco Cochinho na oficina da Hydraplan, em Alverca, e estão agora prontos para seguir viagem para a maior aventura em que a piloto Elisabete Jacinto participa. “Fizemos um bom trabalho de fiabilização do MAN TGS uma vez que, acima de tudo, contamos com a sua grande resistência mecânica.
Melhorámos as suspensões pois a fábrica de molas ELO construiu-nos umas molas mais adequadas às características do MAN e a alteração feita nos amortecedores faz-nos crer que o comportamento do camião melhorou significativamente.
Fica-nos o dissabor de não ter conseguido adaptar as novas jantes de alumínio e os novos faróis de leds. São alterações que daremos continuidade para o próximo ano”
explicou Elisabete Jacinto.

Para Elisabete Jacinto estes últimos dias de preparação para a corrida são sempre de grande azáfama: “o facto de não termos de conduzir até Marselha deixa-nos mais tempo disponível para outro tipo de trabalhos que ainda temos de fazer antes de partir. Descansar só está previsto durante a viagem de barco”, contou a piloto.

A equipa Bio-Ritmo® sai de Portugal já no próximo dia 29 de dezembro por forma a realizar no dia 30 as respectivas verificações de ambos os camiões bem como de toda a documentação dos membros da formação portuguesa.

Percurso do Africa Race 2018 já foi revelado

Elisabete Jacinto esteve hoje na apresentação do percurso do Africa Eco Race 2018 uma iniciativa que decorreu no Museu Nacional do Desporto em Lisboa e que contou, para além da piloto de camião, com a presença do motard João Rolo que vai participar pela primeira vez nesta grande maratona africana.

Elisabete Jacinto demonstrou o seu entusiasmo ao conhecer em rigor o percurso desta prova e acredita que será um dos mais interessantes dos últimos anos: “o Africa Race é sempre uma corrida muito bem organizada e este ano foram pensadas algumas situações muito interessantes nomeadamente a etapa maratona, chamada de 500 milhas, que vai acrescentar algumas dificuldades aos pilotos uma vez que serão feitos dois dias de prova sem que seja possível recorrer a assistência mecânica. Este rali é uma aventura singular que mantém a mesma filosofia dos primeiros ralis de todo-o-terreno e são estas características que verdadeiramente me atraem. Serão cumpridos cerca de 6000 quilómetros dos quais 4000 são cronometrados e a maioria das etapas variam entre os 400 e os 500 km por dia. O percurso é entusiasmante e espero conseguir alcançar bons resultados”, revelou a piloto.

Por ser o ano da celebração dos 10 anos do rali os organizadores preparam um percurso muito especial para esta edição da corrida ambicionando, acima de tudo, proporcionar uma aventura única a todos os que nela participam. Assim, a principal novidade do percurso para esta décima edição do Africa Eco Race prende-se com o facto de se regressar a territórios míticos nomeadamente Chinguetti e Ouadane, duas cidades da região do Adrar, bem como a realização de duas etapas circulares e uma maratona. Fazem ainda parte da rota deste Africa Race a passagem pelas magníficas dunas dos Erg Chebbi e Chegaga.

O Africa Eco Race continua a atrair muitos portugueses e está confirmada a presença de três equipas lusas. Desta forma, para além da equipa Bio-Ritmo®, que continua a ser a única formação portuguesa inscrita na categoria camião, as cores nacionais serão ainda representadas por João Rolo, Rui e Pedro Oliveira todos na categoria mota.

A partida da Europa está agendada para  31 de dezembro e o final será a 14 de janeiro em Dakar. O rali terá uma duração total de 17 dias, conta com 12 etapas que se dividem por Marrocos, Mauritânia e Senegal e um dia de descanso que será novamente realizado em Dakhla em Marrocos.

Elisabete Jacinto prepara “Melhor Bolo-Rei do Mundo”

A piloto Elisabete Jacinto esteve hoje na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa onde deu o seu contributo na produção do “Melhor Bolo-Rei do Mundo” uma iniciativa que vai já na sua terceira edição e pretende angariar verbas, através da venda dos bolos-reis confeccionados, para serem entregues a diversas instituições de solidariedade social.

Esta ideia juntou várias figuras públicas e teve como pasteleiro principal o mentor desta receita o Chef Inácio Berlinda que garante que o segredo está na cerveja preta que é adicionada à massa e que confere ao bolo características únicas.

A piloto portuguesa não hesitou em por as mãos na massa por um dia e ajudar nesta causa: “O bolo-rei do chefe Inácio não só é o melhor do mundo como pode contribuir para que algumas pessoas vivam melhor… Por isso vamos lá prová-lo, referiu Elisabete Jacinto.

Esta ação de solidariedade social arrancou no dia 5 de dezembro e estende-se até ao dia de Reis. Os bolos são produzidos em todas as escolas do Turismo de Portugal pelo que os interessados podem realizar as suas encomendas junto das mesmas e contribuir para esta iniciativa solidária.

A Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa vai entregar as verbas angariadas com a venda dos bolos-reis ali confeccionados à instituição João 13 – Associação de Apoio e Serviços A Pessoas Carenciadas.