Historial 2009

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No ano de 2009 o Rali Dakar realiza-se pela primeira vez no Continente Sul Americano, tomando o nome de “Dakar Argentina-Chile”.

Elisabete ruma com a sua equipa ao novo continente e obtém um excelente 11º lugar à geral no primeiro dia de rali.
Contudo, a sua participação ficou marcada pelo incêndio do seu camião durante a quinta etapa.
As densas nuvens de pó e a degradação do piso que provocava a imobilização dos automóveis na pista estiveram na origem do seu embate na traseira do buggy do Ivan Muller provocando o incêndio total dos dois veículos.

Elisabete adquire um novo camião, o MAN TGS e dedica o ano de 2009 à sua preparação.

Em Junho ruma a Marrocos para alguns testes mas foi no rali de Marrocos que estreou o seu TGS em competição.
Ganhou duas especiais e foi a segunda classificada entre os camiões.

O Ano de 2009 ficou também marcado pela sua decisão de voltar a África participando no Rali Africa Race e não no Rali Dakar como foi seu hábito durante 10 anos.

Historial 2008

tira_historial_2008O ano de 2008 foi marcado pela anulação do rali Lisboa-Dakar, facto que apanhou desprevenida toda a equipa.

Elisabete decide por isso participar no rali Aicha des Gazelles, em Marrocos, uma prova de navegação só para mulheres.
Faz equipa com Sofia Carvalhosa e é com facilidade que ascendem ao segundo lugar da classificação geral.

Em Abril, com Marco Cochinho e Álvaro Velhinho, vence a categoria dos camiões com menos de dez litros e é a segunda da classificação geral do rali da Tunísia, que integra pela primeira vez algumas etapas na Líbia.

Alguns problemas mecânicos ditam a sua desistência no rali AMV Shamrock que se realiza no mês de Outubro em Marrocos.

A equipa regressa a casa e empenha-se na preparação da Princesa (nome por que ficou conhecido na equipa o camião MAN M2000).

Tinham por objectivo uma preparação excelente para o rali Dakar-Argentina-Chile que se realizaria pela primeira vez no continente Sul Americano.

A equipa parte para este rali ao seu melhor nível de sempre.

Historial 2006

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O ano de 2006 é marcado pelo facto da partida do maior rali do mundo se efectuar da cidade de Lisboa.

Neste rali Elisabete apresenta um bom ritmo de andamento mas desiste após o dia de descanso devido a uma rotura do eixo da frente do seu Kerax.

Após dois dias e duas noites passadas à beira do veículo este é deixado em pleno deserto da Mauritânia e só é recuperado em Junho.

Elisabete encerra o seu contrato com a Renault Trucks passando o seu camião a fazer parte do museu de veículos especiais da Renault Trucks em Leon.

Associa-se à MAN Portugal e passa o ano procedendo ás diligências necessárias para a aquisição de um novo camião que lhe é entregue em princípios de Outubro.

Enquanto espera participa pela primeira vez numa prova africana (rali ORPI Marroc) de automóvel sendo vítima de uma avaria mecânica a 37 km do final da prova.

A restante época é passada em testes e operações mecânicas tendo em vista a sua preparação para o Lisboa-Dakar 2007.

Historial 2005

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No ano de 2005 participa no Dakar com Olivier Jacmart e Rui Porêlo classificando-se em 24º da geral.

É a primeira entre os Renault Kerax.

Ao longo do ano, a equipa procede ao desenvolvimento do camião tendo em vista a sua maior adaptação à competição.
É dada uma particular atenção ao desenvolvimento das suspensões tendo por base o apoio da ELO e APV.

Participa no rali ORPI Marroc onde vence a primeira etapa sendo a segunda na classificação final do rali.

Participa pela primeira vez no Rali ASMV Shamrock tendo em vista a sua preparação no Dakar de 2006 e vence a categoria camião.

Historial 2007

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É no Lisboa-Dakar de Janeiro de 2007 que Elisabete verdadeiramente estreia o seu novo camião MAN M2000 com o qual estabelece uma forte relação.

Percorrer as difíceis pistas de areia da região da Comporta por ente uma multidão de portugueses entusiastas constituiu um privilégio inesquecível na sua carreira.

Num rali caracterizado por um constante aumento do ritmo de andamento, ascende ao 21º lugar da classificação geral e ao 7º da classificação dos camiões com menos de 10 litros.

Após este rali efectua algumas alterações mecânicas no seu camião e aposta no desenvolvimento das suspensões sendo os amortecedores de produção exclusivamente nacional.

O rali da Tunísia e o rali de Marrocos constituem dois momentos de evolução e preparação para o Dakar nos quais apresenta um andamento cada vez mais sólido e eficaz.

Consegue um 2.º lugar da geral no rali da Tunísia e um 1.º
no rali de Marrocos.

Contudo, é a mudança de cor que caracteriza 2007.

Após nove anos de trabalho conjunto, a Trifene 200 é substituída pela marca Oleoban passando os tons de azul a ser a imagem de marca de Elisabete Jacinto.