A piloto Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® levam a cabo os últimos preparativos para a participação no Morocco Desert Challenge, um dos maiores ralis de todo-o-terreno da atualidade que cumpre este ano a sua décima edição.
O Morocco Desert Challenge, que se realiza em Marrocos, contou este ano com um significativo aumento no seu número de participantes, revelando-se assim uma prova de sucesso. Com um total de 705 pessoas envolvidas provenientes de 24 países diferentes, das quais 18 são portuguesas, apresenta 180 equipas inscritas à partida: 95 nas categorias 4×4, SSV e Buggys; 55 em Motos e Quads e 30 em Camiões.
As suas características singulares distinguem-no de outros ralis e o facto de a organização apostar na dinamização da categoria camião torna esta corrida bastante aliciante para Elisabete Jacinto: “Esta organização distingue-se das demais pela sua grande aposta nos camiões. Assim, a competitividade nesta categoria é muito grande tornando-se, para nós, um grande desafio conseguir um bom resultado… mas esse é o nosso objectivo e estamos confiantes. Empenhámo-nos bastante na preparação do MAN e fazemos votos de que a sorte esteja do nosso lado”, contou a portuguesa.
A grande atratividade deste rali resulta de um conjunto de vários factores dos quais se destaca um percurso diferente do habitual, que se desenvolve de sul para norte e de costa a costa, começando em Agadir, na costa do Atlântico e terminando em Saïdia, na costa do Mediterrânico. Etapas longas e particularmente difíceis que chegam a atingir 500 km de extensão, mas com uma total ausência de ligações, são bastante apreciadas pelos concorrentes. As oito jornadas deste rali desenrolam-se em zonas absolutamente desérticas obrigando a acampamentos todas as noites, reforçando o conceito de maratona e obrigando os concorrentes a difíceis condições de vida. Para além destes aspectos, há ainda a destacar a disponibilidade da organização para comunicar em quatro línguas distintas e para proporcionar uma boa conjugação de equipas amadoras e profissionais.
Os portugueses partem já no início do mês de Abril para Marrocos para competir neste rali onde tem a ambição de alcançar um lugar de topo entre os camiões.

A piloto portuguesa Elisabete Jacinto, que continua a ser a única mulher no mundo a aventurar-se em longas maratonas de todo-o-terreno ao volante de um camião, vai participar pelo terceiro ano consecutivo no Morocco Desert Challenge o qual se assume como um dos maiores ralis africanos da actualidade, contando já com 180 equipas inscritas e mais de 700 pessoas envolvidas na prova.
A participação da equipa Bio-Ritmo® nesta prova marroquina surge apenas três meses depois do Africa Race de 2018, período de tempo dedicado à preparação do camião de competição e de assistência. Os portugueses partem para esta competição com a expectativa de alcançar um bom resultado: “Este rali é deveras entusiasmante, não só pelo seu elevado grau de dificuldade como também pelo seu elevado nível de competitividade. Vamos, por isso cheios de vontade de fazer uma boa prova e ambicionamos mais uma vez um lugar no pódio”, revelou Elisabete Jacinto.
A piloto Elisabete Jacinto inaugurou hoje no Forum Algarve a exposição de fotos intitulada “Elisabete Jacinto: Momentos em competição” a qual estará patente na Praça Coberta do centro comercial de Faro até ao próximo dia 13 de fevereiro.
Nesta exposição, Elisabete Jacinto consegue partilhar, de uma forma privilegiada, os bons e maus momentos das competições: “Uma das características destes ralis é o facto de estarmos quase sempre sós no deserto, preparados para todo e qualquer imprevisto bastando-nos a nós próprios. Por essa razão, cada rali é único. Contudo, há situações, emoções, ambições… que são comuns a todos. Aí o fotografo está quase sempre presente e esses são os momentos que podemos partilhar… é por isso que as fotos são tão importante para nós”, explicou a piloto.
Elisabete Jacinto terminou a sua participação na décima edição do África Eco Race. Os danos no diferencial da frente do MAN TGS, que partiu durante o sector selectivo de ontem, foram irreparáveis e apesar da equipa ter tentado de todas as formas encontrar uma solução para o problema, as diligências foram infrutíferas.
havia uma possibilidade de mandar vir a peça de Casablanca. A nossa ideia era fazer a reparação no dia de descanso e continuar na corrida a partir da Mauritânia. Mas por causa do fim-de-semana essa hipótese foi desde logo inviabilizada porque necessitavam de pelo menos quatro dias úteis para enviar a peça. Agora a nossa opção é prosseguir até Dakar. O Marco e o Hélder arranjaram uma forma de por o camião a rolar por estrada, o que também foi uma experiência inédita. Tenho mesmo muita pena do que aconteceu porque pela primeira vez os amortecedores estavam excelentes o que me permitia andar bastante rápido. O Zé estava a navegar na perfeição e tudo a corria lindamente quando este desaire sucedeu. Foi de facto uma enorme frustração para todos”, revelou a piloto.
Elisabete Jacinto concluiu hoje mais uma etapa do Africa Race 2018, desta feita a terceira que se cumpriu entre Agdal e Assa, em Marrocos. O dia começou bem para a equipa Bio-Ritmo® que registou um andamento muito rápido durante grande parte da especial. Até ao CP2, os portugueses figuravam em segundo lugar entre os camiões e estavam a discutir de perto a liderança com o húngaro Micklos Kovacs. Mas, a poucos quilómetros do CP3, o diferencial da frente do MAN TGS partiu dificultando, desta forma, o andamento dos portugueses que terminaram a jornada no 10º posto da sua categoria.
Apesar de ser uma situação difícil de resolver, Elisabete Jacinto continua em prova: “vínhamos a andar muito bem quando a certa altura ouvimos um barulho. Fizemos mais alguns quilómetros, mas o ruído começou a acentuar-se e parámos para ver o que era. Foi aí que percebemos que o diferencial da frente tinha partido. A partir desse momento fizemos o restante percurso com a tração às duas rodas o que significa que tivemos que rolar mais devagar e foi mais difícil terminar a especial. Ainda assim conseguimos imprimir um bom ritmo até ao fim e agora temos que tentar resolver o problema para amanhã podermos arrancar novamente”, revelou a portuguesa.
A piloto Elisabete Jacinto terminou hoje no quarto posto entre os camiões a segunda etapa do Africa Race 2018, cujo sector selectivo de 443 quilómetros se disputou entre Merzouga e Foum Zguid. A equipa Bio-Ritmo® demorou 7h06m45s a concluir esta longa e bastante exigente jornada e, com o resultado alcançado, sobe um lugar na tabela da classificação geral figurando agora na quarta posição da categoria T4.
Elisabete Jacinto concluiu hoje a primeira especial do Africa Eco Race 2018, uma curta jornada de 92 quilómetros cronometrados disputada entre Ameziane e Merada em Marrocos, no quinto posto entre os camiões. A equipa Bio-Ritmo® demorou 1h13m34s a cumprir o percurso do dia e registou uma diferença de 10m47s para o primeiro lugar da categoria T4, posição alcançada pelo holandês Gerard de Rooy que participa aos comandos de um potente IVECO, e está a apenas 2m05s do húngaro Miklos Kovacs, vencedor da edição de 2010 desta corrida, que é neste momento o terceiro classificado entre os camiões.
atrasar Elisabete Jacinto: “as especiais feitas no norte de Marrocos são sempre as mais complicadas porque os caminhos são muito justos e torna-se difícil circular com um camião. No entanto, em termos de percurso, conseguimos ultrapassar todas as contrariedades que nos apareceram. Apesar de tudo tivemos um percalço que nos atrasou bastante. Estávamos a imprimir um bom ritmo e conseguimos aproximar-nos do Tomecek, que partiu à nossa frente. Quando finalmente apareceu uma oportunidade para o ultrapassar percebemos que não tínhamos o sistema sentinel a funcionar. Andámos muito tempo no pó do dele e acabámos por perder muito tempo devido a esta falha”, contou a piloto que ocupa a 16ª posição tabela conjunta auto/camião.
A equipa Bio-Ritmo® realizou hoje em Menton as verificações técnicas e administrativas do Africa Eco Race 2018. Esta é a última etapa que os concorrentes têm que cumprir antes da partida oficial para a corrida a qual será dada amanhã com grande animação a partir do Principado do Mónaco.
Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® partem para este Africa Race com o número 402 e vão enfrentar vários adversários de peso nomeadamente a equipa De Rooy que participa nesta edição com dois camiões IVECO um dos quais será comandado por Gerard De Rooy e o segundo pelo holandês Wuf Van Ginkel, um piloto experiente que já participou diversas vezes no rali Dakar. Tomas Tomecek com o seu Tatra, com o qual já venceu por três vezes esta corrida, e Micklos Kovacs, vencedor desta competição em 2010, com um Scania também vão marcar presença na 10ª edição desta corrida com a ambição de vencer a prova.
A equipa Bio-Ritmo® já está de partida para o Africa Eco Race 2018. Os portugueses vão em direcção ao Mónaco onde se reunirão com a restante comitiva da corrida e de onde será dada a partida oficial da 10ª edição desta grande maratona africana.
O Africa Eco Race é neste momento a maior maratona de todo-o-terreno realizada no continente africano. Desde 2008 que a organização da prova consegue cumprir este evento com grande sucesso e, por este motivo, são cada vez mais os pilotos atraídos por este rali que este ano conta com 104 equipas inscritas distribuídos pelas categorias moto, quad, SSV, automóvel e camião. Em termos de segurança são asseguradas por parte da organização todas as condições não só em termos de acompanhamento dos concorrentes em pista como também no âmbito da segurança nos países onde decorre o rali. Aliás a organização orgulha-se de, em 10 anos de prova, não ter registo de qualquer tipo de incidente ao nível da segurança da caravana nem de acidentes graves.