A piloto Elisabete Jacinto completou hoje a sexta etapa do Morocco Desert Challenge, uma das jornadas mais complicadas de todo o rali onde foram cumpridos 306 quilómetros ao cronómetro num percurso que incluía mais uma passagem pelas majestosas dunas do Erg Chebbi e outra pelo Erg Znaigui.
A jornada que ligou Merzouga a Boudnib não foi fácil para a equipa Bio-Ritmo® que, depois de ter feito uma lenta travessia de cerca de 30 quilómetros nas dunas, teve um percalço mecânico com o suporte do amortecedor o que os obrigou a parar mais de uma hora para resolver a situação. Ainda assim os portugueses terminaram a especial no 16º posto entre os T4, um resultado que lhes permite manter a sétima posição da classificação geral dos camiões.
Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho concluíram mais uma etapa no Morocco Desert Challenge e estão agora a dois dias de cumprir mais um rali: “a especial de hoje não foi nada fácil.
Tivemos que percorrer cerca de 30km no Erg Chebbi num percurso muito complicado e que nos deu muito trabalho, mas que ultrapassámos sem percalços. Logo a seguir encontrámos outra secção de dunas que também conseguimos passar bem. Infelizmente tivemos um problema no apoio dos amortecedores e tivemos que parar para resolver a situação o que nos atrasou imenso. Com tudo isto perdemos quase uma hora. No entanto, conseguimos terminar mais uma etapa e amanhã partimos com o objectivo de voltar a conquistar posições”, referiu a piloto portuguesa na chegada ao acampamento.
A penúltima etapa do Morocco Desert Challenge cumpre-se amanhã entre Boudnib e Matarka. Serão disputados 410 quilómetros cronometrados nesta sétima especial que segue para norte pelas planícies de Hamada e pelo planalto de Rekkam. Depois das pistas arenosas do sul de Marrocos, no norte os pilotos vão encontrar vales desertificados, pistas de pedra e montanha mas as paisagens permanecem fabulosas.

A piloto Elisabete Jacinto terminou a quinta etapa do Morocco Desert Challenge, que se disputou hoje entre Fezzou e Merzouga, no oitavo posto entre os camiões. A equipa Bio-Ritmo® demorou 5h11m01s a cumprir os 275 quilómetros cronometrados que compunham esta difícil jornada que incluiu a travessia dos Erg Ouzina e Chebbi. Em dois dias os portugueses conseguiram recuperar nove lugares à geral e sobem agora duas posições ocupando o sétimo posto da classificação geral da sua classe onde competem, neste momento, 17 equipas.
foi muito trabalhosa e cansativa. Não tivemos grandes percalços porque fizemos tudo com muita calma, no entanto, as passagens de areia são sempre complexas. No Erg Ouzina, apesar do traçado não apresentar grandes dificuldades, apanhámos um grande susto. Estávamos a sair de uma duna muito alta e o camião fez um voo incrível. Foi uma grande sorte ter parado com as quatro rodas bem assentes no chão porque a determinada altura pensei mesmo que fosse capotar. Mas foi a passagem do Erg Chebbi que nos deu mais dores de cabeça. Foi particularmente difícil porque entrámos nas dunas ao meio dia e não conseguíamos ver nada do terreno. Optámos por andar com calma para não fazer más escolhas e felizmente acabou por correr tudo bem”, contou Elisabete Jacinto.
A piloto Elisabete Jacinto alcançou hoje, no final da quarta etapa do Morocco Desert Challenge, o sétimo posto entre os camiões num dia em que os concorrentes voltaram a atravessar as dunas do Erg Chegaga. A especial permitiu à equipa Bio-Ritmo® conquistar 15 lugares, em relação à etapa da véspera, e voltar a subir na classificação geral dos T4. Com este resultado os portugueses regressam às posições cimeiras dos camiões ocupando agora o nono posto da geral da sua classe.
A piloto Elisabete Jacinto concluiu hoje a terceira etapa do Morocco Desert Challenge, uma difícil jornada cumprida nas dunas do Erg Chegaga que se mostraram demolidoras para a equipa Bio-Ritmo®. Nesta especial, composta por 335 quilómetros cronometrados que se iniciou em Touzounine e terminou no Erg Lihoudi, os portugueses rolaram quase sempre entre os cinco primeiros camiões. No entanto, no cruzamento de uma grande secção de areia um dos pneus do MAN TGS de competição saiu da jante o que os fez perder imenso tempo a tentar resolver a situação e terminaram a etapa no 22 lugar da classificação destinada aos camiões.
depressa mas tivemos problemas com os amortecedores e apanhámos muita pancada. No entanto, o nosso grande problema foram as dunas. Um dos nossos bedlocks, o sistema que usamos que permite andar com pressões mais baixas nos pneus para que estes não saiam da jante, falhou e a determinada altura, quando estávamos encostados a uma barreira de areia, o pneu saiu da jante e ficámos presos. Demorámos imenso tempo a resolver a situação e a sair dali. As dunas são sempre muito traiçoeiras e sem o material certo é difícil fazer melhor. Depois disso tivemos apenas umas pequenas dificuldades num sitio em que é sempre muito complicado navegar mas conseguimos andar bem e com um bom ritmo. Contudo, perdemos demasiado tempo nas dunas o que nos deixa frustrados porque estávamos a fazer uma boa etapa”, adiantou a piloto portuguesa que assume agora o 16º posto da classificação geral da sua classe.
A piloto Elisabete Jacinto alcançou hoje, no final da segunda etapa do Morocco Desert Challenge, o quarto posto entre os camiões tendo protagonizado uma brilhante recuperação conseguindo subir 22 posições da tabela de classificação geral, depois do revés sofrido no prólogo que a deixou nos últimos lugares entre os T4.
podemos dizer com toda a certeza que foi o dia em que batemos o nosso recorde de ultrapassagens. Foi um trabalho difícil, porque apanhámos muito pó, mas conseguimos fazer uma etapa bastante boa e sem problemas. A especial era deveras complicada. A dureza do traçado e a extensão do setor seletivo complicaram-nos muito a vida. Passámos sete horas a conduzir o que é verdadeiramente extenuante. Apesar dos obstáculos, não tivemos dificuldades na navegação e viemos sempre no caminho certo com um bom ritmo. Fizemos um bom trabalho e estamos contentes com a nossa classificação”, contou a piloto portuguesa na chegada ao acampamento.
A piloto Elisabete Jacinto completou hoje o prólogo da 10ª edição do Morocco Desert Challenge, o qual era composto por um sector seletivo de 77 quilómetros cumpridos ao longo da Plage Blanche, em Marrocos. A equipa Bio-Ritmo®, apesar de ter iniciado bem esta grande competição africana, sofreu um revés aquando da travessia de um oued lamacento que acabou por atirar os portugueses para a 25ª posição entre os camiões.
partir para o prólogo e conseguimos andar num bom ritmo sempre no caminho certo. A determinada altura, quando estávamos a atravessar um oued que tinha muita lama, o camião deu um salto e no momento em que as rodas assentaram no chão ficaram completamente enterradas. Tentámos de todas as formas sair dali, mas a lama era tão densa que não era possível sair sem ajuda. Assim, decidimos chamar o camião vassoura. Entretanto passou por nós um concorrente com um MAN KAT 6×6 semelhante ao nosso que nos puxou e conseguiu tirar-nos dali. Depois disso viemos sempre num bom ritmo. Apesar do revés não esmorecemos. Amanhã temos que fazer um trabalho de progressão cuidadoso, porque vamos partir atrás de muitos concorrentes mais lentos, mas acreditamos que vamos conseguir conquistar posições e alcançar bons resultados”, contou Elisabete Jacinto.
A piloto Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® realizaram hoje em Agadir, em Marrocos, as verificações administrativas e técnicas do rali Morocco Desert Challenge. Neste dia dedicado à averiguação das documentações das equipas e da conformidade técnica dos veículos, os portugueses receberam também o seu número de prova. Desta feita, partem para a competição com o número 503 sendo, por isso, o terceiro camião a partir para o prólogo.
“Este é um dia onde se verifica alguma azáfama. Temos horários a cumprir e não nos podemos distrair. Mal temos tempo para respirar fundo quando toda esta parte administrativa fica terminada, pois temos logo a seguir o briefing onde nos são dadas uma série de indicações que é preciso ter em conta. Gostamos de olhar para os camiões dos nossos adversários e adivinhar as suas capacidades… de cumprimentar toda a gente mas o tempo não chega… é impressionante ver o número de pessoas que se reuniram este ano e todos estes veículos prontos para correr!“, revelou Elisabete Jacinto.
A poucos dias do início do 10º Morocco Desert Challenge a piloto Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® ajustam os últimos detalhes para darem início à sua terceira participação nesta competição. Os portugueses estiveram nos últimos dias na região de Erfoud, uma zona de Marrocos muito conhecida pelas condições propícias para a prática do todo-o-terreno, onde puderam testar a performance do MAN TGS.
A piloto Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® já partiram para Marrocos onde no próximo dia 14 de Abril terá inicio, em em Saïdia, a 10ª edição do rali Morocco Desert Challenge.
Já são conhecidas as características do percurso do Rali Morocco Desert Challenge, onde a piloto Elisabete Jacinto e a sua equipa irão participar entre 14 e 22 de Abril. Este rali, com mais de 700 participantes oriundos de 24 países é, atualmente, o segundo maior rali de todo-o-terreno do Mundo.