Elisabete Jacinto continua a recuperar posições

A piloto Elisabete Jacinto terminou a quinta etapa do Morocco Desert Challenge, que se disputou hoje entre Fezzou e Merzouga, no oitavo posto entre os camiões. A equipa Bio-Ritmo® demorou 5h11m01s a cumprir os 275 quilómetros cronometrados que compunham esta difícil jornada que incluiu a travessia dos Erg Ouzina e Chebbi. Em dois dias os portugueses conseguiram recuperar nove lugares à geral e sobem agora duas posições ocupando o sétimo posto da classificação geral da sua classe onde competem, neste momento, 17 equipas.

O trio composto por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho completou a especial sem problemas a registar, a apenas 31 minutos do checo Ales Loprais que lidera a classificação geral dos T4 e que hoje foi o terceiro camião mais rápido da prova.

Apesar das dificuldades impostas pelo sector selectivo, Elisabete Jacinto conseguiu ultrapassar todos os obstáculos dando mais uma vez provas da consistência do seu andamento: “a etapa correu bem mas foi muito trabalhosa e cansativa. Não tivemos grandes percalços porque fizemos tudo com muita calma, no entanto, as passagens de areia são sempre complexas. No Erg Ouzina, apesar do traçado não apresentar grandes dificuldades, apanhámos um grande susto. Estávamos a sair de uma duna muito alta e o camião fez um voo incrível. Foi uma grande sorte ter parado com as quatro rodas bem assentes no chão porque a determinada altura pensei mesmo que fosse capotar. Mas foi a passagem do Erg Chebbi que nos deu mais dores de cabeça. Foi particularmente difícil porque entrámos nas dunas ao meio dia e não conseguíamos ver nada do terreno. Optámos por andar com calma para não fazer más escolhas e felizmente acabou por correr tudo bem”, contou Elisabete Jacinto.

Amanhã cumpre-se a sexta etapa do Morocco Desert Challenge. Será o último dia nas dunas, mas definitivamente uma das jornadas mais complicadas de todo o rali. Serão cumpridos 306 quilómetros ao cronómetro que se iniciam com o cruzamento das dunas mais altas do Erg Chebbi, logo seguido de outra seção de dunas no Erg Znaigui. A partir daqui a paisagem muda e até ao final da especial os pilotos vão encontrar uma mistura de oueds arenosos bem como trilhos rápidos e técnicos.

Elisabete Jacinto regressa ao top ten dos camiões

A piloto Elisabete Jacinto alcançou hoje, no final da quarta etapa do Morocco Desert Challenge, o sétimo posto entre os camiões num dia em que os concorrentes voltaram a atravessar as dunas do Erg Chegaga. A especial permitiu à equipa Bio-Ritmo® conquistar 15 lugares, em relação à etapa da véspera, e voltar a subir na classificação geral dos T4. Com este resultado os portugueses regressam às posições cimeiras dos camiões ocupando agora o nono posto da geral da sua classe.

A jornada de hoje, que contou com 310 quilómetros cumpridos ao cronómetro entre o Erg Lihoudi e Fezzou, apesar de complexa decorreu de forma positiva para a equipa Bio-Ritmo® que, depois dos contratempos registados na etapa de ontem,  conseguiu recuperar fazendo um percurso sem problemas e tendo concluído o sector selectivo em 5h48me33s a apenas 20 minutos do terceiro classificado dos T4.

Para Elisabete Jacinto esta especial permitiu à equipa retomar o andamento consistente: “hoje correu tudo bem. Passamos bem as dunas sem problemas nenhuns. Apenas ficamos presos na crista de uma duna, mas conseguimos rapidamente resolver a situação. Tivemos que fazer as dunas com bastante calma, porque devido às configurações do nosso camião não consigo ser rápida na areia. Mas fizemos tudo com tranquilidade e correu bastante bem. Depois da areia pudemos imprimir um bom ritmo e conseguimos subir lugares na classificação dos camiões o que nos deixa satisfeitos”, revelou a piloto portuguesa.

Amanhã cumpre-se a quinta etapa do Morocco Desert Challenge que vai ligar Fezzou a Merzouga contando com uma distância de 275 quilómetros cronometrados. Será uma especial com um pouco de tudo: entre Fezzou e Marabout os concorrentes vão encontrar planícies de areia, depois o precipício de MHarech, onde predominam os caminhos rochosos, as dunas de Ouzina, que contará com muitos trilhos arenosos e, por fim, uma primeira travessia do Erg Chebbi.

Sistema bedlock prejudica andamento de Elisabete Jacinto

A piloto Elisabete Jacinto concluiu hoje a terceira etapa do Morocco Desert Challenge, uma difícil jornada cumprida nas dunas do Erg Chegaga que se mostraram demolidoras para a equipa Bio-Ritmo®.  Nesta especial, composta por 335 quilómetros cronometrados que se iniciou em Touzounine e terminou no Erg Lihoudi, os portugueses rolaram quase sempre entre os cinco primeiros camiões. No entanto, no cruzamento de uma grande secção de areia um dos pneus do MAN TGS de competição saiu da jante o que os fez perder imenso tempo a tentar resolver a situação e terminaram a etapa no 22 lugar da classificação destinada aos camiões.

A formação composta por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho conseguiu completar a etapa após terem permanecido no deserto várias horas: “o dia hoje foi muito difícil. Tentámos andar depressa mas tivemos problemas com os amortecedores e apanhámos muita pancada. No entanto, o nosso grande problema foram as dunas. Um dos nossos bedlocks, o sistema que usamos que permite andar com pressões mais baixas nos pneus para que estes não saiam da jante, falhou e a determinada altura, quando estávamos  encostados a uma barreira de areia, o pneu saiu da jante e ficámos presos. Demorámos imenso tempo a resolver a situação e a sair dali. As dunas são sempre muito traiçoeiras e sem o material certo é difícil fazer melhor. Depois disso tivemos apenas umas pequenas dificuldades num sitio em que é sempre muito complicado navegar mas conseguimos andar bem e com um bom ritmo. Contudo, perdemos demasiado tempo nas dunas o que nos deixa frustrados porque estávamos a fazer uma boa etapa”, adiantou a piloto portuguesa que assume agora o 16º posto da classificação geral da sua classe.

A quarta etapa do Morocco Desert Challenge será bastante variada. No menu do dia estão 310 quilómetros cumpridos ao cronómetro entre as “Dunas dos Judeus” e Fezzou num dia em que os concorrentes terão, uma vez mais, que enfrentar as dunas do Erg Chegaga. O arenoso oued de Mhamid, a subida de um íngreme trilho de um vulcão e pistas rápidas e largas também farão parte desta quarta especial.

Elisabete Jacinto recupera 22 lugares e aproxima-se do pódio

A piloto Elisabete Jacinto alcançou hoje, no final da segunda etapa do Morocco Desert Challenge, o quarto posto entre os camiões tendo protagonizado uma brilhante recuperação conseguindo subir 22 posições da tabela de classificação geral, depois do revés sofrido no prólogo que a deixou nos últimos lugares entre os T4.

Nesta jornada, que tinha um percurso composto por 470 quilómetros cronometrados, a equipa Bio-Ritmo® mostrou a sua consistência e fiabilidade impondo um ritmo rápido que lhe permitiu chegar mais perto do objectivo de alcançar um lugar no pódio dos camiões. De notar que os portugueses foram a 14ª equipa mais rápida na especial de hoje, na totalidade dos 90 carros, buggys e camiões que participam nesta corrida.

No sector selectivo que conduziu os concorrentes até Touzounine, Elisabete Jacinto executou o percurso de forma exemplar e sem falhas a registar, apesar de ter tido a exigente tarefa de realizar várias ultrapassagens. O trio português figura agora no sétimo lugar na classificação geral dos camiões: “hoje podemos dizer com toda a certeza que foi o dia em que batemos o nosso recorde de ultrapassagens. Foi um trabalho difícil, porque apanhámos muito pó, mas conseguimos fazer uma etapa bastante boa e sem problemas. A especial era deveras complicada. A dureza do traçado e a extensão do setor seletivo complicaram-nos muito a vida. Passámos sete horas a conduzir o que é verdadeiramente extenuante. Apesar dos obstáculos, não tivemos dificuldades na navegação e viemos sempre no caminho certo com um bom ritmo. Fizemos um bom trabalho e estamos contentes com a nossa classificação”, contou a piloto portuguesa na chegada ao acampamento.

A terceira etapa do Morocco Desert Challenge vai percorrer uma das lendárias pistas do rali Dakar atravessando a maior zona militar do sul de Marrocos. A especial, que se inicia em Touzounine, terá 335 quilómetros cumpridos ao cronómetro que serão percorridos por entre fantásticas paisagens desérticas. Depois de cruzar o lago seco Iriki, os concorrentes vão enfrentar as complexas dunas do Chegaga e após terem ultrapassado uma série de pistas arenosas e sinuosas alcançarão o acampamento que estará instalado no Erg Lihoudi, também conhecido como “as dunas dos judeus”.

Lama atrasa Elisabete Jacinto

A piloto Elisabete Jacinto completou hoje o prólogo da 10ª edição do Morocco Desert Challenge, o qual era composto por um sector seletivo de 77 quilómetros cumpridos ao longo da Plage Blanche, em Marrocos. A equipa Bio-Ritmo®, apesar de ter iniciado bem esta grande competição africana, sofreu um revés aquando da travessia de um oued lamacento que acabou por atirar os portugueses para a 25ª posição entre os camiões.

Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho viram o seu MAN TGS de competição ficar preso na lama e tiveram que esperar bastante tempo por ajuda o que atrasou bastante os portugueses. Apesar do desaire Elisabete Jacinto não desanima: “estava a fazer uma especial excelente. Fomos o terceiro camião a partir para o prólogo e conseguimos andar num bom ritmo sempre no caminho certo. A determinada altura, quando estávamos a atravessar um oued que tinha muita lama, o camião deu um salto e no momento em que as rodas assentaram no chão ficaram completamente enterradas. Tentámos de todas as formas sair dali, mas a lama era tão densa que não era possível sair sem ajuda. Assim, decidimos chamar o camião vassoura. Entretanto passou por nós um concorrente com um MAN KAT 6×6 semelhante ao nosso que nos puxou e conseguiu tirar-nos dali. Depois disso viemos sempre num bom ritmo. Apesar do revés não esmorecemos. Amanhã temos que fazer um trabalho de progressão cuidadoso, porque vamos partir atrás de muitos concorrentes mais lentos, mas acreditamos que vamos conseguir conquistar posições e alcançar bons resultados”, contou Elisabete Jacinto.

A segunda etapa do Morocco Desert Challenge vai conduzir os concorrentes até Touzounine. Esta especial, composta por 470 quilómetros cronometrados, vai passar pelo leito do rio Draa e será muito variada em termos de percursos. Neste segundo dia os pilotos terão que enfrentar oueds arenosos, montanhas, onde vão predominar trilhos de pedra, e lagos secos.

Morocco Desert Challenge já começou

A piloto Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® realizaram hoje em Agadir, em Marrocos, as verificações administrativas e técnicas do rali Morocco Desert Challenge. Neste dia dedicado à averiguação das documentações das equipas e da conformidade técnica dos veículos, os portugueses receberam também o seu número de prova. Desta feita, partem para a competição com o número 503 sendo, por isso, o terceiro camião a partir para o prólogo.

O trio formado por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho, que participa aos comandos de um MAN TGS e tem como principal objectivo conquistar um lugar de pódio entre os camiões realizou, num ambiente descontraído, todos os controlos necessários e ainda teve a oportunidade para conviver e trocar experiências com os membros das equipas presentes no rali.

Este é um dia onde se verifica alguma azáfama. Temos horários a cumprir e não nos podemos distrair. Mal temos tempo para respirar fundo quando toda esta parte administrativa fica terminada, pois temos logo a seguir o briefing onde nos são dadas uma série de indicações que é preciso ter em conta. Gostamos de olhar para os camiões dos nossos adversários e adivinhar as suas capacidades… de  cumprimentar toda a gente mas o tempo  não chega… é impressionante ver o número de pessoas que se reuniram este ano e todos estes veículos prontos para correr!“, revelou Elisabete Jacinto.

A primeira etapa do Morocco Desert Challenge começa amanhã na lendária Plage Blanche, que fica a 250 quilómetros de Agadir. Será disputado um prólogo com 77 quilómetros cronometrados que constituirá uma boa adaptação ao ritmo da corrida e servirá para estabelecer a ordem de partida para a segunda jornada desta prova.

Elisabete Jacinto promete ser competitiva

A poucos dias do início do 10º Morocco Desert Challenge a piloto Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® ajustam os últimos detalhes para darem início à sua terceira participação nesta competição. Os portugueses estiveram nos últimos dias na região de Erfoud, uma zona de Marrocos muito conhecida pelas condições propícias para a prática do todo-o-terreno, onde puderam testar a performance do MAN TGS.

Com uma vasta caravana, composta por cerca de 700 participantes, esta edição do Morocco Desert Challenge será bastante disputada. A corrida vai contar com 30 equipas de camião inscritas sendo os nomes mais sonantes o de Martin Van Den Brink, Igor Bouwens, Ales Loprais e Gert Huzink. Todos estes pilotos conseguiram ao longo das suas carreiras alcançar resultados de destaque na categoria camião, a saber: Martin Van Den Brink, da equipa Mammoet Rally Sport, venceu as três últimas edições desta corrida. Igor Bouwens, da formação belga Gregoor Racing, foi o segundo classificado da edição de 2016 desta corrida. Ales Loprais, que representa os checos da InstaForex Loprais Team, já venceu o Silk Way e teve resultados de topo no rali Dakar.  Gert Huzink venceu, em 2016, a categoria Camião no Rali Oilibya Du Maroc e, em 2015, foi o vencedor do Libya Rally.

Perante este painel de talentosos concorrentes e formações bem preparadas, Elisabete Jacinto reconhece que a competitividade nesta prova é muito grande, mas acredita também que a sua equipa tem competências que lhes permite destacar-se dos seus adversários e, por este motivo, admite que é possível alcançar uma boa classificação: “temos uma boa equipa… já muito rodada e experimentada. Trabalhamos bastante bem em conjunto e conhecemos bem o terreno em Marrocos. Se o azar não nos bater à porta tenho a certeza de que conseguiremos ser competitivos… e vamos fazer por isso!”, refere a piloto.

Além da equipa Bio-Ritmo® este ano vão estar nesta corrida 18 portugueses. Paulo Rui Ferreira acompanhado de Jorge Monteiro e Lourenço Guimarães, integrado numa equipa francesa, representam as cores lusas na categoria automóvel. Nuno Guilherme, nos SSV, e Mário Patrão, nas motos, compõe a restante comitiva lusa nesta competição.

Elisabete Jacinto testa em Marrocos

A piloto Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® já partiram para Marrocos onde no próximo dia 14 de Abril terá inicio, em em Saïdia, a 10ª edição do rali Morocco Desert Challenge.

Antes de se dirigirem para Agadir os portugueses farão uma pausa em Erfoud onde vão realizar alguns testes com o MAN TGS de competição. O seu principal objectivo consiste verificar o seu bom funcionamento, proceder à afinação dos amortecedores e, simultaneamente, permitir  uma mais rápida adaptação da equipa ao ritmo de prova que os espera.

Desta vez não fizemos nenhuma evolução particular no MAN. Acima de tudo, concentrámo-nos na sua manutenção e substituímos vários componentes importantes de modo a garantir o seu bom funcionamento. Por essa razão, é importante rolar alguns quilómetros antes da prova. Assim, tiramos partido da viagem e vamos dois dias mais cedo. Queremos  também aproveitar para treinar um pouco já que em Portugal tal é bem mais difícil”, declarou Elisabete Jacinto.

Neste décimo ano em que se realiza o Morocco Desert Challenge a organização anunciou que será um dos mais duros de todas as edições já realizadas. São esperados percursos difíceis com predominância de pistas de areia assim como passagens de montanhas com traçados sinuosos e rochosos e, neste sentido, é necessário a equipa estar ao melhor nível para atingir os resultados de topo que se propuseram alcançar.

Dificuldades de percurso entusiasmam Elisabete Jacinto

Já são conhecidas as características do percurso do Rali Morocco Desert Challenge, onde a piloto Elisabete Jacinto e a sua equipa irão participar entre 14 e 22 de Abril. Este rali, com mais de 700 participantes oriundos de 24 países é, atualmente, o segundo maior rali de todo-o-terreno do Mundo.

Seguindo a sua tradição, a edição de 2018 caracteriza-se por um percurso que se desenvolve de Sul para Norte com zero quilómetros de ligação. Tem início em Agadir, no sul de Marrocos junto ao Oceano Atlântico e, no 15 de Abril, vai cumprir na Praia Branca um prólogo de 77 quilómetros.  Segue depois para Norte terminando no dia 22 de Abril em Saïdia, junto ao Mar Mediterrâneo. São assim oito dias de corrida onde serão efectuados um total de 2201 quilómetros percorridos nos mais diversos tipos de terreno. Escolhidos por uma equipa experiente com grande conhecimento do território marroquino, os traçados deste rali vão apresentar percursos inovadores e locais nunca antes percorridos nas edições anteriores.

Com etapas cuja extensão chegará perto dos quinhentos quilómetros, percorrerá pistas rápidas e técnicas, vastas planícies, Chotts e dunas. Mais uma vez as travessias dos Erg Chebbi e Chegaga vão ser  dos momentos mais desafiantes do rali. A organização promete assim uma prova dura que não intimida a equipa Bio-Ritmo® que nela participa pelo terceiro ano consecutivo: “conhecendo um pouco deste rali, sei que apresenta uma primeira etapa verdadeiramente demolidora que nos vai deixar de rastos e com pouca energia para enfrentar as restantes. As passagens de dunas são pensadas para serem difíceis o que, para nós que participamos em camião, se tornam ainda mais complexas. De qualquer forma estamos preparados para enfrentar essas dificuldades, elas não nos intimidam… diria antes que nos entusiasmam!” declarou Elisabete Jacinto.

Esta prova realiza-se, novamente, sob o alto patronato do Rei de Marrocos sua Majestade Mohammed VI.

Morocco Desert Challenge, um dos maiores ralis da atualidade

A piloto Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® levam a cabo os últimos preparativos para a participação no Morocco Desert Challenge, um dos maiores ralis de todo-o-terreno da atualidade que cumpre este ano a sua décima edição.

O Morocco Desert Challenge, que se realiza em Marrocos, contou este ano com um significativo aumento no seu número de participantes, revelando-se assim uma prova de sucesso. Com um total de 705 pessoas envolvidas provenientes de 24 países diferentes, das quais 18 são portuguesas, apresenta 180 equipas inscritas à partida: 95 nas categorias 4×4, SSV e Buggys; 55 em Motos e Quads e 30 em Camiões.

As suas características singulares distinguem-no de outros ralis e o facto de a organização apostar na dinamização da categoria camião torna esta corrida bastante aliciante para Elisabete Jacinto: “Esta organização distingue-se das demais pela sua grande aposta nos camiões. Assim, a competitividade nesta categoria é muito grande tornando-se, para nós, um grande desafio conseguir um bom resultado… mas esse é o nosso objectivo e estamos confiantes. Empenhámo-nos bastante na preparação do MAN e fazemos votos de que a sorte esteja do nosso lado”, contou a portuguesa.

A grande atratividade deste rali resulta de um conjunto de vários factores dos quais se destaca um percurso diferente do habitual, que se desenvolve de sul para norte e de costa a costa, começando em Agadir, na costa do Atlântico e terminando em Saïdia, na costa do Mediterrânico. Etapas longas e particularmente difíceis que chegam a atingir 500 km de extensão, mas com uma total ausência de ligações, são bastante apreciadas pelos concorrentes. As oito jornadas deste rali desenrolam-se em zonas absolutamente desérticas obrigando a acampamentos todas as noites, reforçando o conceito de maratona e obrigando os concorrentes a difíceis condições de vida. Para além destes aspectos, há ainda a destacar a disponibilidade da organização para comunicar em quatro línguas distintas e para proporcionar uma boa conjugação de equipas amadoras e profissionais.

Os portugueses partem já no início do mês de Abril para Marrocos para competir neste rali onde tem a ambição de alcançar um lugar de topo entre os camiões.