Rali Morocco Desert Challenge já começou

A piloto Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® realizaram hoje, em Agadir, as verificações administrativas e técnicas do rali Morocco Desert Challenge. Este é o dia dedicado ao controlo de toda a documentação exigida pela organização assim como da conformidade técnica de todos os veículos admitidos em prova. O trio português, formado por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho, alinha assim à partida deste grande evento desportivo, tendo o 506 como número de prova.

O dia decorreu com um ambiente descontraído aproveitando as equipas para conviverem e estabelecerem algum relacionamento antes início do rali.

Os portugueses, que participam aos comandos de um MAN TGS, têm como principal objectivo para esta competição a conquista um lugar de pódio entre os camiões. Todavia, apesar de reconhecerem que existem muitas dificuldades nesta prova, principalmente no que diz respeito aos percursos apresentados pela organização da prova, acreditam que é possível lutar por uma boa classificação: “o que mais me impressiona nesta corrida é não apenas o número de camiões presentes, mas o seu nível de preparação. Cada um deles é uma montra da capacidade de preparação de cada equipa. Se o nível de andamento for equivalente… esta corrida promete ser bastante disputada“, revelou Elisabete Jacinto.

A primeira etapa do Morocco Desert Challenge começa amanhã na lendária Plage Blanche, que fica a 250 quilómetros de Agadir, e termina em Icht. Serão cumpridos 387 quilómetros cronometrados, numa especial onde vão predominar as passagens rápidas e técnicas que vão alternar com percursos mais arenosos. As maiores dificuldades do dia terão lugar na passagem pelo rio Draa que, por estar seco grande parte do ano, apresenta percursos bastante complexos de ultrapassar. Para chegar à Plage Blanche os concorrentes terão ainda de percorrer cerca de 200 km de estrada pelo que a totalidade da etapa ultrapassará os 600 km.

Elisabete Jacinto em contagem decrescente para o Morocco Desert Challenge

Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® estão em contagem decrescente para o início Morocco Desert Challenge, que terá lugar já no próximo dia 16 de Abril. A formação de todo-o-terreno composta por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho preparou cuidadosamente esta competição, tendo realizado alguns testes para garantir a fiabilidade das alterações mecânicas feitas ao MAN TGS.

Com um percurso original que se estende de Sul para Norte, o rali Morocco Desert Challenge será composto por sete etapas e decorrerá entre a costa Atlântica, tendo início em Agadir e a costa Mediterrânica, terminando em Saïdia. Está assim garantida uma grande diversidade de terrenos e de paisagens. A dimensão de cada etapa varia entre 208 e 405 Km cumprindo-se assim um total de 2200 quilómetros cronometrados com a particularidade de não se realizar quaisquer quilómetros de estrada entre as especiais. O traçado apresentado para esta prova promete muitas passagens de areia com as dunas dos Erg Chebbi e Chegaga a imporem as maiores dificuldades.

Com cerca de 140 veículos inscritos, 475 participantes de 21 nacionalidades, esta edição do Morocco Desert Challenge será bastante disputada. A competição conta com 17 equipas de camião inscritas sendo os nomes mais sonantes o de Martin Van Den Brink, Igor Bouwens e Gert Huzink. Martin Van Den Brink, da equipa Mammoet Rally Sport que foi o vencedor do Libya Rally 2016 e da edição de 2015 do Rally Oilibya du Maroc. Igor Bouwens, da formação belga Gregoor Racing foi o segundo classificado da edição de 2016 desta corrida e Gert Huzink venceu em 2016, entre os camiões, o Rali Oilibya Du Maroc e em 2015 foi o vencedor do Libya Rally.

Elisabete Jacinto reconhece que as dificuldades desta prova são muitas, mas acredita que a equipa tem capacidades e aptidões para atingir as metas que se propôs cumprir: “Somos ambiciosos e como sempre lutaremos por um lugar no pódio”, revelou a piloto portuguesa.

Elisabete Jacinto realiza testes em Marrocos

Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® partiram no dia 9 de Abril para Marrocos onde vão realizar testes ao MAN TGS de competição antes do arranque do Morocco Desert Challenge, que se inicia no dia 16 de Abril com as habituais verificações técnicas e administrativas que terão lugar em Agadir.

A equipa portuguesa vai levar a cabo uma série de testes antes da competição no sentido de averiguar a eficácia de todas as alterações mecânicas recentemente feitas ao camião. O objectivo será verificar ao pormenor a performance do MAN TGS para reajustar e corrigir detalhes para que tudo esteja afinado para o início da prova.

Estes treinos serão essenciais para identificar eventuais fragilidades e compreender a eficiência das modificações que foram efetuadas. Além do mais, será também uma oportunidade para a equipa treinar a condução e navegação que, por norma, não são passíveis de realizar com facilidade em Portugal pela falta de espaços com as características idênticas às encontradas no norte de África.

É fundamental para Elisabete Jacinto poder rolar com o seu MAN para um bom desempenho no rali: “Na realidade sabemos que é nas provas que realmente se vê a eficácia do que foi feito no nosso TGS, contudo é sempre bom que se veja e teste da forma mais abrangente possível antes de uma competição de tantos dias e quilómetros”, afirmou a piloto portuguesa.

A primeira etapa do Morocco Desert Challenge cumpre-se no dia 17 de Abril em Agadir.

Último ensaio antes da grande aventura africana

Elisabete Jacinto realizou ontem o seu último ensaio com o MAN TGS de competição antes de partir para o rali Morocco Desert Challenge, prova que terá início no dia 16 de Abril em Marrocos. A equipa dá assim por concluídos os necessários trabalhos de mecânica sentindo-se optimista face aos resultados obtidos.

É sempre com alguma ansiedade que encaramos estes pequenos testes antes das provas. Eles são fundamentais para verificar se tudo está a funcionar em condições. Mas, dado que partimos já no dia 9, não sobraria muito tempo para corrigir algo que estivesse menos bem. Ficámos contentes com o resultado e a expectativa aumentou. Temos muita esperança de poder fazer uma boa prova e apostamos muito nisso” declarou a piloto.

Os portugueses vão estar pela segunda vez no Morocco Desert Challenge e têm como objectivo principal alcançar um resultado de destaque na sua categoria, chegando ao fim entre os primeiros classificados. O entusiasmo da equipa para este rali é elevado uma vez que se trata de uma prova com um elevado nível de competitividade entre os camiões. Contudo, segundo Elisabete “trata-se de uma corrida com uma forte componente de aventura pois realiza-se nuns moldes em que nunca sabemos o que vai acontecer a seguir”.

Face à dimensão da prova e ao seu grau de dificuldade, Elisabete Jacinto vai acompanhada por todos os elementos da sua equipa os quais mantém há longo tempo. Como de costume, o seu navegador será o José Marques e o mecânico de prova o Marco Cochinho. No MAN KAT de assistência da equipa Bio-Ritmo® viajam o coordenador de equipa Jorge Gil, o mecânico Hélder Anjos e o condutor Pedro Azevedo.

Nesta prova participará também uma outra equipa portuguesa constituída por Nuno Matos, atual Campeão Nacional de TT, que será navegado por Nuno Rodrigues da Silva.

Morocco Desert Challenge um rali com um perfil único

A piloto Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® estão a trabalhar com afinco para que no próximo dia 16 de Abril tudo esteja a postos para a o arranque do Morocco Desert Challenge, competição que marca o regresso dos portugueses ao deserto marroquino.
Para esta edição do Morocco Desert Challenge, a organização promete traçados inovadores apesar de o rali cumprir uma estrutura de percurso idêntica à apresentada em 2016, ano em que Elisabete Jacinto se estreou nesta prova.
O rali sai de Agadir, no sul de Marrocos junto ao Oceano Atlântico, e segue para Norte terminando em Saïdia junto ao Mar Mediterrâneo. Serão cumpridos 2200 quilómetros, sempre em território marroquino, distribuídos ao longo de seteetapas. São esperados traçados difíceis com predominância de percursos de areia assim como as majestosas dunas dos Erg Chebbi e Chegaga. A grande mais-valia apresentada este ano aos pilotos é a inexistência de ligações entre o acampamento e os sectores selectivos.
“Este é um rali longo, às vezes com etapas muito lentas e acampamentos todos os dias. 
A parte boa é que não vai haver ligações, ou seja não temos de fazer quilómetros antes e depois de cada percurso cronometrado, pelo que começamos e terminamos cada etapa no acampamento. Assim temos mais tempo para descansar e fazer mecânica”, revelou a piloto.
Na organização do Morocco Desert Challenge estão envolvidas cerca de 100 pessoas e 34 veículos entre os quais se incluem dois helicópteros. Tudo isto para proporcionar aos cerca de 500 participantes a melhor experiência de rally-raid de sempre tendo a oportunidade de desfrutar de uma competição única onde o espírito de aventura está sempre presente.

Elisabete Jacinto no Morocco Desert Challenge

A piloto portuguesa Elisabete Jacinto vai participar no rali Morocco Desert Challenge tendo confirmado recentemente a sua inscrição junto da organização da prova. O Morocco Desert Chalenge  é o segundo maior rali africano em termos de participantes, realizando-se em Marrocos entre 16 e 23 de Abril.

Esta prova constava do calendário desportivo previsto pela equipa Bio-Ritmo® mas foi posta em causa face aos problemas ocorridos durante o Africa Race que a obrigaram a abandonar precocemente. A  equipa contou com a colaboração técnica  da MAN Alemanha assim como com a compreensão por parte da entidade organizadora desta corrida que lhe permitiu fazer uma inscrição tardia.

Desde o seu regresso a Portugal que a equipa se concentrou na recuperação do MAN TGS de competição no sentido de o preparar para esta edição do Morocco Desert Challenge. “A não conclusão do Africa Race 2017 deixou-nos a todos bastante abalados” referiu Elisabete Jacinto, “trabalhámos e preparámo-nos com muito empenho  para fazer um bom rali e acabámos por voltar para casa tristes e frustrados. Sabemos que estas situações acontecem nas corridas mas esse facto não nos anima.  Por essa razão, estamos todos com muita vontade de voltar a competir e de provar que somos capazes de conseguir um bom resultado”, contou a piloto portuguesa.

Elisabete Jacinto esteve pela primeira vez nesta prova em 2016. Este ano este evento desportivo assume uma nova nomenclatura mas o nível de competitividade e de excelência entre os concorrentes mantém-se, pelo que ficou a vontade de regressar.

Assim, no dia 16 de Abril em Agadir, a equipa portuguesa Bio-Ritmo® vai realizar os habituais controlos que antecedem o rali que se desenrolará a partir do dia 17 e terminará a 23 de Abril em Saïdia, Marrocos.

Elisabete Jacinto forçada a abandonar o Africa Race 2017

Elisabete Jacinto terminou hoje a sua participação no Rali Africa Eco Race 2017 devido a um problema mecânico que surgiu no motor do MAN TGS que foi impossível de solucionar e impediu os portugueses de continuar na prova.

A equipa Bio-Ritmo® tinha cumprido cerca de 70 quilómetros da especial de hoje, a qual era composta por 370 quilómetros cronometrados, quando um princípio de incêndio ocorreu na zona no motor do MAN TGS de competição. Elisabete Jacinto parou antes de entrar nas dunas do Erg Chebbi para apagar as chamas e verificar os danos sofridos.

Os portugueses rapidamente extinguiram o fogo e logo perceberam que seria impossível continuar em prova: “já tínhamos feito cerca de 70 quilómetros de percurso e estávamos no oued que dá acesso ao Erg Chebbi quando a certa altura o Zé se começou a queixar de um cheiro a queimado dentro da cabine. O Marco percebeu que de facto havia qualquer coisa que ardia. Nesse momento, parámos e desligámos o motor. Quando saímos percebemos que havia chamas sobre o motor que estava a derramar óleo. Pegámos nos extintores, apagámos o incêndio e constatamos que tínhamos um problema grave no motor. Chamamos a assistência que veio ter connosco para nos ajudar a resolver o problema. Ainda tínhamos esperança de poder continuar em prova mas passado algum tempo percebemos que de facto a avaria era grande e que não poderíamos continuar. Foi de facto uma grande desilusão para todos nós”, contou Elisabete Jacinto.

Jorge Gil, gestor da formação Bio-Ritmo®, considerou que a destreza e experiência da equipa foram essenciais para minimizar os estragos: “o que aconteceu no decorrer da etapa de hoje foi de facto preocupante. Felizmente todos os elementos estavam preparados e conseguiram rapidamente apagar o fogo que deflagrou. Foi o bom senso e eficácia nomeadamente do mecânico Marco Cochinho que permitiu que os danos no nosso MAN TGS não fossem maiores” referiu.

Os portugueses já estão de regresso a Portugal e vão, rapidamente, dar inicio à recuperação do camião para começarem a preparar a próxima prova do calendário desportivo de 2017. O Morocco Desert Chalenge, que se disputa entre 16 e 23 de Abril, será a próxima grande aventura da formação portuguesa.

Elisabete Jacinto em terceiro entre os camiões

Elisabete Jacinto terminou hoje a primeira etapa do Africa Race 2017 no terceiro lugar da categoria camião. A piloto portuguesa conseguiu ultrapassar com sucesso o curto sector seletivo de 86 quilómetros cronometrados, disputados e entre Ameziane e dar Mimoun, demorando 1h14m50s a cumprir o percurso. A equipa Bio-Ritmo® começou de forma muito positiva esta nona edição do Africa Eco Race e conta com uma curta diferença de 8m11s para o primeiro classificado da categoria T4 o russo da equipa Kamaz Andrey Karginov, que neste momento lidera entre os camiões e ocupa a quarta posição na tabela conjunta auto/camião.

A jornada não foi simples, uma vez que grande parte do traçado era composto por caminhos estreitos e sinuosos, e acabou por ser um primeiro dia bastante exigente “a especial de hoje foi curta, mas nem por isso foi fácil. O percurso era estreito, cheio de valas, buracos e muros. Este é um dia que serve para nos adaptarmos e sintonizarmos com a corrida e acabou por ser uma especial um pouco intimidante devido às surpresas constantes que fomos apanhando pelo caminho. Mas, de uma forma geral, correu tudo bem. Andamos algum tempo no pó do Tomecek, mas não tivemos nenhum problema a registar”, contou Elisabete Jacinto.

Cumpre-se amanhã a segunda etapa do Africa Race 2017. A especial será composta por 370 quilómetros cronometrados e vai contar com os primeiros cordões de dunas desta nona edição da grande maratona africana. A travessia do Erg Chebbi, apesar de comum, é sempre um grande desafio para os concorrentes. Depois de ultrapassadas as dunas o percurso segue por um troço rápido que logo dará lugar a uma típica pista marroquina com muita pedra e areia. Antes de atingirem o bivouac, que está localizado perto de Tangounite, os pilotos terão que enfrentar um último desafio: a travessia do Oued Draa.

Rali Africa Race parte hoje do Mónaco

Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® já estão a postos para iniciar a nona edição do Africa Eco Race. Foi junto ao Quai Antoine 1º, num ambiente de boa disposição, que se deu a partida oficial da prova no Principado do Mónaco. Esta contou com a presença da ex-modelo da Victoria’s Secret Adriana Karembeu que foi, pela primeira vez, a madrinha da prova.

A caravana chega ainda hoje a Sète, no sul de França, onde toda a equipa embarcará no ferry que lhes permitirá travessar o Mediterrâneo e chegar a Marrocos na madrugada do dia 2 de Janeiro. Serão duas as noites passadas no barco assim como o primeiro dia do ano. O trio português formado por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho terão assim oportunidade de passar um dia tranquilo recuperando forças para o duro rali que os espera: “Pela primeira vez desde há alguns anos vamos passar a meia-noite acordados. A festa não será muito grande mas, pelo menos, poderemos usufruir de um agradável convívio entre os vários participantes e fazer os votos de um bom resultado neste rali” comentou Elisabete Jacinto.

Esta será a oitava vez que Elisabete Jacinto participa nesta grande competição africana. O seu ano de estreia foi em 2010 e desde então tem sido uma presença assídua na prova. Aliás, Elisabete Jacinto é o único piloto português a ter no seu currículo oito presenças consecutivas no rali Africa Eco Race onde por cinco vezes alcançou um lugar de pódio.

No dia 2 de Janeiro de 2017 disputa-se a primeira especial deste Africa Eco Race. A etapa que vai ligar Nador a Domaine Moulay será composta por uma curta especial com 86 quilómetros. Neste dia, os concorrentes vão encontrar logo à partida todos os ingredientes mais comuns num rali de todo-o-terreno com a exceção das dunas. A especial termina em Dar Mimoun e os pilotos terão ainda que percorrer 473 quilómetros de ligação antes de chegarem ao acampamento que estará localizado perto de Errachidia.

Etapa prévia do rali Africa Race concluída

O Rali Africa Race cumpriu hoje, na cidade de Menton (nas proximidades do Mónaco), o seu segundo dia dedicado às verificações administrativas e técnicas. Trata-se de uma etapa prévia à realização do rali que consiste na verificação de toda a documentação dos concorrentes e veículos, assim como da conformidade dos veículos face ao regulamento da prova.

A equipa Bio-Ritmo® realizou os habituais controlos da prova com normalidade e prepara-se agora para a partida do rali. Esta será dada amanhã com grande animação a partir do Mónaco, contando com a presença da madrinha do rali, Adriane  Karembeu.

Para Elisabete Jacinto, que cumpre o seu oitavo Africa Eco Race, estes procedimentos já não são novidade, mas existe sempre alguma ansiedade nos dias que antecedem o arranque da prova: ”Este é o dia em que, finalmente, respiramos fundo e nos sentimos lançados na prova. Agora não há como voltar atrás. África e os grandes desafios estão à nossa espera e nós estamos prontos para dar o nosso máximo” revelou a piloto.

Em termos competitivos a organização do Africa Race continuará a seguir a filosofia que caracteriza esta prova desde a primeira edição. Assim, são desenhadas etapas com elevado nível de exigência em termos de condução e com uma grande variedade de terreno, são criados percursos diferentes em cada ano o que tornam a corrida sempre surpreendente e ligações curtas entre as etapas por forma a poupar os pilotos e respetivas assistências do desgaste físico. Aliás, para esta edição de 2017, foram preparadas duas etapas circulares na Mauritânia para permitir que as equipas de assistência possam descansar. Todas estas características permitem que o Africa Race se defina como uma das mais dura e desafiantes corridas de todo-o-terreno da actualidade envolvendo-a numa mística de aventura que leva os pilotos ao extremo das suas capacidades.