Historial 2003

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Participa pela primeira vez no rali Telefónica Dakar ao volante de um camião Mercedes 1936 tendo como navegador o belga Charly Gotlib e como mecânico o espanhol David Martin.

Com pouca experiência de condução de veículos pesados e com um camião pouco potente e bastante carregado de peças para dar assistência a outras equipa, Elisabete revela-se incapaz de ultrapassar todas as dunas em tempo útil.

Depois de conduzir por três dias consecutivos sem dormir, abandona a competição e passa para a categoria T5 (Categoria Veículo de Assistência).

Segura de poder fazer melhor dedica toda a época à preparação da sua próxima participação em camião.
Nesse mesmo ano participa, a convite de Alberto Gonçalves, no Rallye Aicha dês Gazelles.

Trata-se de um rali de navegação criado só para mulheres no qual Elisabete Jacinto e Sofia Carvalhosa ganham a categoria SUV ao volante de um Renault Kangoo.

Historial 2002

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No ano 2002, face à impossibilidade de voltar ao Rali Paris Dakar por uma questão financeira, Elisabete põe fim às corridas de moto e decide iniciar-se na condução de Todo-o-Terreno em camiões.

Com o objectivo de ganhar algum traquejo na condução das quatro rodas continua a participar na Copa Jimny a convite da Cimpomotor.

Participa em duas provas da Taça do Mundo tendo em vista a sua hipotética participação no rali Paris Dakar de automóvel com um Toyota Land Cruizer alugado.

Sónia Catarino foi sua navegadora à excepção da Baja Portalegre que participou com Rui Porêlo.

Copa Jimny
3 Horas TT Accenture
Rali TT Lameirinho/Serras do Norte
Rali TT Esporão Vindimas
Baja Sagres Portalegre

Taça do Mundo de Todo-o-Terreno Automóvel

Baja de Aragon
Master Rali
Nesse mesmo ano recebe, na Baja Portalegre o convite do Team Tibau para participar no Rali Paris Dakar ao volante de um camião.

 

Historial 2001

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O facto de, no rali Dakar-Cairo no ano 2000, terem sido cancelados quatro dias de prova, fez com que pairasse a duvida se Elisabete teria ou não sido capaz de terminar o rali, caso este tivesse sido realizado na sua plenitude.
Insistiu em voltar e, em 2001, em equipa com Pedro Machado, no Rallye Paris-Dakar, realiza a prova mais dura da sua vida na qual põe à prova toda a sua resistência física e psíquica.

O acidente do seu carro de assistência que, ao passar a fronteira de Marrocos para a Mauritânia explode sobre uma mina, faz com que Elisabete fique sozinha e tenha que realizar ela própria todas as tarefas de assistência ao seu rali.
Apesar das más condições em que realizou esta prova chega ao fim feliz por ter atingindo finalmente o seu objectivo: terminar o rali mais duro do Mundo, o rali Paris-Dakar.

Continua a disputar a Taça do Mundo. Classifica-se em 13º e é a primeira entre as senhoras.

Taça do Mundo de Todo-o-Terreno
Rallye Optic Tunisie (Tunisia)
Rali Montes de Cuenca (Espanha)
Baja de Aragon (Espanha)
Master Rallye (Russia e Turquia)
UAE Desert Challenge (Dubai)

Ao longo do ano, a convite da Cimpomotor, Elisabete participa na Copa Jimny constituindo esta uma iniciação à condução 4×4. Teresa Correia é a sua co-piloto.

Participa também de Jimny na Baja Esporão Vindimas (prova do Campeonato Nacional de Todo-o-terreno Auto) tendo como navegadora a apresentadora de televisão Laura Santos.

Copa Jimny
3 Horas TT Compact
Baja Telecel 1000
24 Horas TT Vodafone
Baja Portalegre

Historial 2000

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A grande vitória da carreira de Elisabete Jacinto é conseguida neste ano ao concluir o rali Dakar-Cairo, com a KTM Rallye e em equipa com o piloto Mário Brás.

Não só termina o rali como vence a Taça de Senhoras da prova por todos considerada como a mais dura do Mundo. O seu mérito é por todos reconhecido.

Lança-se um ano mais nas provas da Taça do Mundo, desta vez com a KTM Rallye 660, é 25ª classificada e a primeira entre as Senhoras.

Taça do Mundo de Todo-o-Terreno

Rallye Optic Tunisie (Tunisia)
Master Rallye (Vários países da Europa de Leste e Ásia Ocidental)
UAE Desert Challenge (Dubai)

Neste ano faz a sua primeira experiência de condução ao volante de uma automóvel de Todo-o-Terreno na Baja TT Optiroc tendo como co-piloto a apresentadora de televisão Cecília Carmo.
Não terminou a prova devido a problemas mecânicos.

Historial 2004

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Participa pela segunda vez de camião no Rali Paris-Dakar ao volante de um Renault Kerax 4×4.

Ao terminar este rali (na 26ª posição) torna-se numa das primeiras mulheres do Mundo a conseguir fazê-lo.

O sucesso obtido incentiva-a a participar em outras provas da Taça do Mundo. Participa no Rallye Optic Tunisie e torna-se na primeira mulher do Mundo a ganhar uma especial ao volante de um camião.
É a segunda classificada na categoria de camiões neste rali.

Apesar do sucesso, Elisabete e Renault Trucks decidem interromper a época desportiva para proceder a melhorias mecânicas no seu camião, nomeadamente ao nível das suspensões e do motor.

A convite de Alberto Gonçalves participa pela segunda vez no Rallye Aicha dês Gazelles com Sofia Carvalhosa num Renault Kangoo.

O seu objectivo era vencer a categoria SUV mas, uma penalização atribuída indevidamente pela organização, obriga-a a classificar-se na segunda posição.

Historial 2013

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Tal como na época anterior Elisabete Jacinto participa em provas com o camião MAN TGS tendo José Marques como navegador e Marco Cochinho como mecânico.

A época teve início com o Rali Africa Eco Race onde estiveram presentes camiões bastante competitivos. A equipa classificou-se em terceiro lugar entre os camiões e foi sétima na classificação conjunta Auto/Camião.

Participaram mais uma vez na Baja de Aragon onde obtiveram o segundo lugar da categoria camião e concluíram a época com um brilhante primeiro lugar entre vários camiões protótipos no Rali Oilibya du Maroc.

Ao longo da época fizeram-se vários treinos em Marrocos com o objectivo de continuar a efectuar melhorarias técnicas no MAN TGS.

Participou também no Rallye Aicha des Gazelles de Amarock, mais uma vez integrada na Equipa VW França tendo como navegadora a francesa Valérie Dot.

Lideraram a prova desde o primeiro dia mas, a trinta quilómetros do final, um problema mecânico obrigou a uma descida na classificação até ao décimo primeiro lugar.

Historial 2012

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Terminado o Africa Eco Race com um excelente segundo lugar entre os camiões e o quarto na classificação Auto/Camião, a equipa sentiu necessidade de proceder a uma melhoria técnica no camião.

Desta forma, tornou-se o motor um pouco mais preformante, subiram-se os depósitos para melhor permitir a passagem sobre as cristas das dunas, criou-se um sistema de suporte da cabine, melhorou-se o ângulo de saída e as suspensões.

O camião ganhou também um novo visual tendo por base o novo logo da marca Oleoban.

Em vez do habitual rali da Tunísia (que este ano não se realizou) a equipa participa na Baja de Aragon e é a segunda classificada entre os camiões e sétima na geral Auto/Camião. Seguiu-se o rali de Marrocos onde teve mais uma vez de enfrentar camiões verdadeiramente competitivos e foram os terceiros classificados.

O ano de 2012 foi também marcado pela participação de Elisabete no maior rali de navegação do mundo, o Rali Aïcha des Gazelles. Foi convidada para integrar a equipa Volkswagen que participou com 10 Pick-up Amarock. Fez equipa com Sofia Carvalhosa e foi terceira da classificação Auto/Camião.

Foi um bom ano desportivo para toda a equipa!

Historial 2014

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O ano de 2014 teve início com a participação da equipa Oleoban no Rali Africa Eco Race.

Elisabete desce da segunda para a terceira classificação na categoria Camião na última etapa em virtude de um problema na transmissão da frente no seu MAN, efectuando os últimos 60 km apenas com tracção a duas rodas.

Participa com Valérie Dot em VW Amarok no Rali Aicha des Gazelles e termina na segunda posição na categoria 4×4/Camião.

No Rali de Marrocos bate-se com vários camiões protótipos e é quarta classificada na categoria Camião.
Esse ano foi também marcado pela mudança de instalações do concessionário MAN em Lisboa, a Hydraplan, o que obrigou á criação de um novo espaço de oficina.

Construiu-se uma nova caixa de carga para o camião de assistência mais funcional e resistente.

O camião de competição viu também a sua caixa de carga substituída por outra mais leve e com melhor desempenho aerodinâmico.

Historial 2011

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É com o Africa Eco Race que se inicia a época desportiva de 2011.

Feliz por regressar á grande maratona africana, a equipa conclui pela primeira vez este rali classificando-se na segunda posição entre os camiões e em sétimo na classificação conjunta auto/camião.

O início de 2011 foi perturbado pela revolução que caracterizou todos os países do Norte de Africa.

O rali da Tunísia esteve em risco de não se realizar mas, com o objectivo de dar um voto de confiança à democracia recém-formada, organização e equipas fizeram um esforço para estar presentes.
O rali realizou-se com a normalidade possível.

O primeiro lugar entre os camiões e o oitavo na classificação auto/camião foi o resultado conquistado pelo seu MAN TGS.

No rali de Marrocos a equipa foi confrontada com um vasto número de camiões protótipos e uma forte competição. Competiu lado a lado com o teamDeRooy tendo sido a terceira classificada e a primeira entre os camiões de série.

No final do ano, a fim de se tornar cada vez mais competitiva, Elisabete decide alterar a configuração das molas da suspensão. Solicita à ELO a produção de molas que possam melhorar ainda mais o desempenha da suspensão do seu camião e dá início à preparação da próxima época.

Historial 2010

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É com o Africa Race que a equipa inicia a época de 2010.

Apesar da excelente prova e da satisfação de voltar à grande maratona africana, Elisabete acaba por desistir devido a problemas mecânicos.

O inicio no ano é assim dedicado á fiabilização do camião e á sua adaptação à competição.

Participa no rali da Tunisina com um dos melhores navegadores de camião do Mundo, Charly Gotlib e os seus resultados desportivos ganham visibilidade.
Vence a categoria Camião e classifica-se na oitava posição entre os automóveis.

No rali de Marrocos confirma o seu bom nível de condução e o excelente trabalho da sua equipa, vencendo mais uma vez entre os camiões e classificando-se entre os onze primeiros automóveis.