Sexta Etapa do Africa Eco Race 2019 anulada

A direção de prova do Africa Eco Race tomou a decisão de cancelar a etapa de hoje, a sexta jornada da corrida e a primeira a ser disputada na Mauritânia, por razões relacionadas com as más condições climatéricas que poderiam colocar em causa a segurança dos concorrentes.

O sector seletivo de hoje ligaria Dakhla, em Marrocos, a Chami, na Mauritânia, numa especial que contava com 176,57 quilómetros cronometrados. No entanto, a etapa acabou por ser anulada devido a uma forte tempestade que se fez sentir em Dakhla e não permitiu que os helicópteros da organização levantassem voo em segurança. Desta forma, todos os concorrentes seguiram até Chami por estrada e preparam-se para amanhã prosseguir a corrida. Recorde-se que a equipa Bio-Ritmo® disputadas que estão 5 etapas ocupa atualmente a 1ª posição da categoria camião e o 7º lugar da classificação conjunta auto/camião.

Elisabete Jacinto contou o que se passou no dia de hoje: saímos às 5:30 da manhã de Dakhla e fizemos toda a viagem até à Mauritânia. Percorremos cerca de 380 km e às 10:00 da manhã estávamos no sítio da partida. Entretanto, enquanto esperávamos pelo início da especial, apareceu o Jean-Louis Schlesser que nos comunicou que não havia condições para realizar a etapa porque havia uma grande tempestade em Dakhla e os helicópteros não conseguiam levantar voo e sem eles a corrida não podia prosseguir devido a questões de segurança. Confesso que fiquei um bocadinho desapontada porque a especial era pequena e fácil e era uma oportunidade para preparar terreno e ver como reage o camião. Mas, enfim tivemos mais um dia de folga e vamos preparar-nos para o dia de amanhã, explicou a piloto portuguesa.

Disputa-se amanhã a sétima etapa do Africa Race que será cumprida em torno de Chami. Este será o primeiro de dois setores seletivos a realizar em circuito e que terá uma extensão de 480 km. Nesta etapa os concorrentes não poderão contar com assistência, pelo que no final da especial terão de ser os próprios a resolver eventuais problemas nas suas máquinas. O desafio será maior após cumprirem um dia que será dominado por percursos de areia e dunas.

Elisabete Jacinto lidera os camiões na entrada na Mauritânia

A 11ª edição do Africa Eco Race cumpriu hoje o seu dia de descanso em Dakhla, no sul de Marrocos. Numa altura em que já se disputaram cinco das 12 etapas que compõe esta grande maratona africana, a equipa Bio-Ritmo® prossegue para a segunda semana do rali, que se disputa maioritariamente na Mauritânia, no 1º lugar entre os camiões e no 7º da classificação conjunta auto/camião. Tendo usufruído deste dia perto da praia, os portugueses aproveitaram a pausa para rever a mecânica do MAN TGS de competição e ajustar as estratégias para as jornadas que se seguem.

Elisabete Jacinto, que se prepara para competir amanhã nas pistas da Mauritânia onde predominam os percursos de areia, faz um balanço positivo da primeira semana de corrida: as etapas de Marrocos são sempre bastante difíceis e cansativas porque os percursos são muitos duros. Tivemos alguns problemas, mas nada que nos perturbasse muito ou que nos fizesse perder tempo em demasia. Estamos contentes com os resultados alcançados, particularmente porque nos esforçámos muito para conseguir ficar à frente destes camiões tão competitivos. Para os próximos dias não sabemos bem o que esperar porque a Mauritânia é sempre uma surpresa. Mas, vamos dar o nosso melhor e esperar que corra tudo bem, afirmou a piloto portuguesa.

Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho destacaram-se nesta primeira semana de corrida ao discutir de forma aguerrida pelo primeiro lugar da prova com os seus mais diretos adversários, o belga Igor Bouwens e o checo Tomas Tomecek – que já venceu por três vezes esta competição. Desde o início, os portugueses primaram pela fiabilidade ao alcançarem três segundos lugares nas primeiras etapas do Africa Race o que lhes permitiu subir à liderança da categoria ao fim de três dias. Mas, foi na quinta jornada que mais sobressaíram ao serem os mais rápidos entre os camiões. O trio luso mostrou toda a sua competitividade ao imprimir um andamento rápido e eficaz que lhe possibilitou assegurar, ao final de uma semana de prova, o 1º lugar entre os camiões e a 7ª posição da classificação geral.

Atrás da equipa Bio-Ritmo®, a 1h40m está o belga Noel Essers e em terceiro segue o seu conterrâneo Igor Bouwens que conta com uma diferença de 2h08m para os portugueses. Fora da equação está o checo Tomas Tomecek que sofreu na quinta etapa uma penalização de mais de 10 horas.

Depois do descanso disputa-se amanhã a sexta etapa do Africa Race cumprida entre Dakhla e Chami. O dia começa bem cedo pois será necessário cumprir as formalidades alfandegárias para passar a fronteira para a Mauritânia ainda de manhã. A especial vai contar com 176 quilómetros cronometrados e a chegada ao acampamento a meio da tarde dará tempo suficiente para as assistências verificarem os veículos antes da jornada maratona.

Elisabete Jacinto vence etapa e recupera liderança

A piloto Elisabete Jacinto venceu hoje a quinta etapa do Africa Race 2019, na competição destinada aos camiões, e reconquistou a liderança da sua categoria. A equipa Bio-Ritmo® realizou a especial de 419,37 quilómetros, cumprida entre Fort Chacal e Wad Assag, em 3h55m56s terminando o setor seletivo com uma vantagem de 14m20s para o segundo camião, o belga Igor Bouwens, e gastando apenas mais 10m06s que o vencedor do dia da classificação auto/ camião, o russo Sergey Kuprianov.

A especial não começou bem para os portugueses que, logo no arranque para o percurso, tiveram que parar devido a um problema mecânico. Mas, rapidamente solucionaram a situação e conseguiram bater todos os seus adversários conseguindo terminar a etapa na 7ª posição da geral. Elisabete Jacinto é novamente a líder da classe T4 deixando o segundo classificado da categoria, o belga Noel Essers, a 1h40m de distância. Os portugueses subiram ainda ao 7º posto da classificação geral com os automóveis.

Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho voltam a ter um desempenho de excelência e seguem para as etapas da Mauritânia nos lugares de topo da corrida: hoje o dia não começou bem porque tivemos que parar cerca de dois quilómetros depois de termos iniciado a especial. Surgiu-nos uma dificuldade mecânica e ficámos ali parados cerca de oito minutos para solucionar o problema. Mas, resolvida a situação demos o nosso melhor para recuperar posições. Esta etapa era complicada em termos de navegação porque era muito ampla, tinha poucas referências no horizonte para nos guiarmos, havia várias pistas paralelas e por isso era muito fácil haver enganos. Mas, o Zé não errou nenhuma nota e conseguimos seguir sempre o caminho certo com um bom ritmo e, apesar de termos começado mal, acabámos bem, referiu a piloto portuguesa.

Amanhã será o dia de descanso do Africa Eco Race o qual se cumpre, mais uma vez, em Dakhla. Pelo quinto ano consecutivo, o acampamento será instalado na costa do Oceano Atlântico onde o sol e as temperaturas quentes permitirão um verdadeiro dia de repouso tanto para os pilotos e máquinas que recuperam, desta forma, as energias para a segunda semana de corrida que se cumpre maioritariamente na Mauritânia.

Furo atrasa Elisabete Jacinto

Elisabete Jacinto concluiu hoje a quarta especial da 11ª edição do Africa Eco Race na qual um furo ocorrido no MAN TGS de competição atrasou a piloto que acabou por ceder o primeiro lugar entre os camiões, posição que alcançou na etapa de ontem. Apesar do contratempo, a piloto mantém-se na luta pela liderança da categoria estando a apenas 7m24s do atual líder, o checo Tomas Tomeck. A equipa Bio-Ritmo® completou a quarta jornada desta maratona africana, composta por um difícil e longo percurso de 492,75 quilómetros realizado entre Oued Draa e Fort Chacal, em 5h48m15s tendo-se classificado no 3º lugar dos camiões.

Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho conseguiram cumprir o setor seletivo sem dificuldades a assinalar e apenas um furo travou o seu andamento: a especial era bonita e muito interessante em termos de condução. Mas, não era nada fácil de cumprir porque os percursos eram sinuosos e tinham com muita pedra. Por isso tínhamos que circular com atenção para não ter problemas. Apesar disso, conseguimos andar bem com um bom ritmo, mas o mau piso degradou bastante os pneus e a certa altura furámos e tivemos que parar algum tempo para mudar o pneu o que nos atrasou bastante. De qualquer forma temos vivido uns dias felizes porque as etapas têm corrido bem e estamos contentes com os bons resultados, revelou a piloto portuguesa que hoje foi 12ª na classificação auto/camião.

A competição destinada aos T4 tem sido bastante animada na qual o trio português tem ocupado uma posição de destaque ao discutir de forma entusiasta o primeiro lugar da categoria contra o belga Igor Bouwens, o vencedor do dia entre os camiões, e o checo Tomas Tomecek. Disputadas que estão quatro etapas do Africa Race 2019 os portugueses assumem agora o 2º lugar da classificação geral dos T4 e a 8ª posição da geral conjunta auto/ camião.

Amanhã realiza-se a quinta etapa do Africa Eco Race que se cumpre entre Fort Chacal e Dakhla e terá um total de 638 quilómetros. Esta será a última especial disputada em solo marroquino e conta com um setor seletivo muito rápido, mas complexo do ponto de vista da navegação. Será uma maneira muito agradável de concluir esta primeira semana de corrida e chegar ao merecido dia de descanso que será cumprido junto ao Oceano Atlântico, em Dakhla.

Elisabete Jacinto sobe à liderança da categoria camião

A piloto Elisabete Jacinto subiu hoje ao 1º lugar da categoria camião ao conquistar, na terceira etapa do Africa Eco Race 2019 que se disputou entre Agdal e Assa, mais uma 2ª posição entre os T4 um resultado que lhe permite ainda ascender ao 6º lugar da geral auto/camião. A equipa Bio-Ritmo® gastou 4h46m45s a cumprir o setor seletivo tendo terminado no 7º posto da classificação conjunta os 400,71 quilómetros cronometrados que compunham esta jornada.

Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho protagonizaram na etapa, juntamente com o checo Tomas Tomecek e com o belga Igor Bouwens, uma disputa feroz pelo primeiro lugar da classificação dos T4. Contudo, foi o IVECO da formação belga que acabou por vencer a especial de hoje com uma vantagem mínima de 1m30s sobre o trio luso. Tendo alcançado pela terceira vez consecutiva o segundo lugar em três etapas já disputadas, os portugueses têm mantido a consistência dos resultados mostrando a fiabilidade do projeto desportivo e do MAN TGS de competição.

Cumprido numa pista dura e sinuosa, o percurso desta terceira etapa não foi suficiente para demover os portugueses de completar com sucesso mais uma jornada desta grande maratona africana: “o dia hoje correu bem. A pista era rápida, mas bastante dura porque havia muitas zonas com lombas e valas profundas onde tínhamos que abrandar para não termos problemas. No entanto, impusemos um bom ritmo e conseguimos andar depressa. Sem dúvida que foi mais uma boa etapa e por isso estamos contentes com os resultados alcançados nesta corrida, contou Elisabete Jacinto.

A quarta etapa do Africa Race vai ligar o Oued Draa e Fort Chacal ao longo de um setor seletivo de 492,75 quilómetros. Nesta especial a caravana será conduzida para o sul de Marrocos que terá paisagens bens distintas. As pistas rápidas vão dominar o dia.

Elisabete Jacinto mantém segundo lugar dos camiões

A piloto portuguesa Elisabete Jacinto conquistou hoje mais um segundo lugar no Africa Eco Race 2019. Na especial que ligou La Momie a Foum Zguid, onde foram disputados 431,22 quilómetros cronometrados, a equipa Bio-Ritmo® gastou 6h29m52s a cumprir o trajeto deste segundo dia de corrida que já contou com a passagem por pistas de areia e com a travessia de dunas.

A formação composta por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho manteve, durante grande parte da especial, o primeiro lugar da classificação dos camiões, mas na passagem de uma duna, o MAN TGS da equipa Bio-Ritmo® ficou preso o que obrigou os portugueses a cavar para retirar o camião da areia fazendo-os perder bastante tempo. Com este resultado, o trio luso mantém o segundo posto da categoria T4 e na classificação conjunta auto/camião surgem em 9º lugar logo atrás do checo Tomas Tomecek, que neste momento lidera entre os camiões.

Para Elisabete Jacinto a etapa foi dura, contudo a equipa conseguiu ultrapassar os contratempos com engenho e chegaram ao fim com mais uma classificação positiva:esta etapa não foi fácil pois o piso era bastante mau, devido às pedras, e era muito sinuosa. Mas, apesar de tudo, conseguimos fazer uma excelente corrida. Apenas tivemos uma dificuldade quando a determinada altura, na travessia de um cordão de dunas, ficámos presos e tivemos mesmo que cavar o que nos fez perder algum tempo. No entanto, a especial correu bastante bem e, para além deste percalço, não tivemos mais nenhuma situação a assinalar”, referiu a piloto portuguesa.

Amanhã disputa-se a terceira etapa do Africa Eco Race entre Agdal e Assa que vai contar com um total de 400 km disputados ao cronómetro. A partida será feita diretamente do acampamento. Neste dia os participantes terão de enfrentar passagens de montanha, vales secos e numerosas estações militares por entre as implacáveis pistas marroquinas.

Elisabete Jacinto inicia Africa Race com segundo lugar

Elisabete Jacinto alcançou hoje a segunda posição entre os camiões na primeira especial do Africa Eco Race 2019, uma curta jornada de 90 quilómetros cronometrados que se disputou entre Ameziane e Merada, em Marrocos. A equipa Bio-Ritmo® conquistou ainda o quarto lugar da classificação conjunta auto/camião, terminando o setor seletivo com uma diferença de apenas 1m34s para o primeiro classificado da geral, e demorou 1h01m20s a realizar o percurso do dia.

O trio composto por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho cumpriu a primeira jornada desta grande maratona africana sem dificuldades impondo um bom andamento face aos seus mais diretos adversários e terminou à frente do Tatra do checo Tomas Tomecek, o grande opositor dos portugueses nesta prova. Neste momento, a equipa Bio-Ritmo® está a apenas 1m23s do primeiro posto da categoria camião, lugar ocupado pelo belga Igor Bouwens que compete aos comandos de um IVECO.

Para Elisabete Jacinto, esta foi uma forma muito positiva de iniciar a competição: a especial era difícil em termos de navegação. Mas nós cumprimos todo o trajeto sem nos enganarmos e conseguimos impor um bom ritmo. Fomos sempre conquistando lugares em relação aos concorrentes que partiram à nossa frente e no final alcançámos uma boa posição. A partida para a etapa foi atrasada porque Marrocos mudou o sistema de entrada no país. Assim, tivemos que realizar as formalidades duas vezes, uma no barco e outra assim que chegámos ao porto, o que atrasou bastante a saída para a competição. No entanto, correu tudo bem e estamos contentes com este primeiro dia de corrida, contou Elisabete Jacinto ao final da primeira especial do Africa Eco Race 2019.

A segunda etapa do Africa Race 2019 terá um percurso inédito e marca o início de um rali que promete ser bastante interessante. Os navegadores experientes não deverão ter problemas durante a especial, mas terão que estar vigilantes para evitar as armadilhas das pistas marroquinas. A chegada será no acampamento onde as equipas vão poder usufruir do máximo de descanso.

Rali Africa Race parte hoje do Mónaco

Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® celebraram hoje a partida do Africa Race 2019 que se realizou no Mónaco. Sempre envolto em grande glamour, este evento que marca a saída do rali da Europa é a oportunidade para os concorrentes conviverem, partilharem opiniões e festejarem o início desta grande aventura. Mais uma vez a ex-modelo da Victoria’s Secret, Adriana Karembeu, que é pelo terceiro ano consecutivo a madrinha da prova, deu o sinal de partida para esta competição num ambiente de celebração e festa junto ao Quai Antoine 1º.

A caravana parte agora para Sète, no sul de França, onde vão embarcar no ferry que lhes permitirá atravessar o Mediterrâneo e chegar a Marrocos na madrugada do dia 1 de janeiro altura em que se disputa a primeira etapa da corrida em Nador. Para Elisabete Jacinto e os seus companheiros José Marques e Marco Cochinho esta será a fase de delinear estratégias e descontrair antes do início do rali: É um momento fantástico, este, da partida … estamos contentes e cheios de expectativa. Acreditamos que tudo vai correr da melhor forma.
O dia no barco passa rápido pois há sempre alguns afazeres, mas serve, acima de tudo, para nos acalmarmos e descansarmos, pois, os dias que antecedem a corrida são sempre de muito trabalho e muita ansiedade revelou Elisabete Jacinto.

No primeiro dia do novo ano de 2019 disputa-se a primeira etapa deste 11º Africa Eco Race. A etapa que vai ligar Nador a La Momie será composta por um curto setor seletivo com 90 quilómetros. A especial começa em Ameziane e termina em Merada e os pilotos terão ainda que percorrer 503 quilómetros de ligação antes de chegarem ao acampamento criado em La Momie, um local com o nome de um famoso filme que ali foi filmado.

Elisabete Jacinto no Africa Race com o número 404

Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo® realizaram hoje os habituais e obrigatórios controlos de toda a documentação assim como dos vários aspectos técnicos do camião face às exigências do regulamento da prova e estão já a postos para a primeira etapa do 11º Africa Eco Race a qual se cumpre no dia 1 de janeiro em Nador, Marrocos.

Os portugueses partem para este Africa Race com o número 404 e, apesar de reconhecerem as dificuldades inerentes ao rali e a grande competitividade dos seus mais diretos adversários, acreditam que a fiabilidade e coesão da equipa são a mais-valia que lhes vai permitir conquistar os objetivos traçados: Partimos confiantes e entusiasmados. Faço votos que a sorte este ano esteja do nosso lado…, referiu a portuguesa.

O Africa Eco Race é, neste momento, a maior maratona de todo-o-terreno realizada no continente africano e, por todas as suas características e singularidades, atrai cada vez mais participantes. Para esta 11ª edição do rali estão inscritas 94 equipas nomeadamente 48 que vão participar em moto, 36 nos SSV e em automóvel e 10 em camião.

Mais uma vez o Africa Race será bastante disputado e competitivo contando com a participação de alguns pilotos míticos do mundo do todo-o-terreno como por exemplo o norueguês Pal Anders Ullevalseter, vencedor do Africa Race em 2015 e 2016 e segundo classificado no Dakar 2010, e o italiano Alessandro Botturi, vencedor dos Seis Dias de Enduro, nas motos. O japonês Kenjiro Shinozuka, vencedor do Rali Dakar em 1997, vai-se estrear nesta corrida na categoria dos automóveis e o francês Philippe Pinchedez vai participar pela primeira vez de SSV. Na categoria dos T4 participa novamente o checo Tomas Tomecek, que já venceu por três vezes esta grande maratona africana.

Elisabete Jacinto a caminho do Africa Race

A equipa Bio-Ritmo já partiu para o Mónaco onde se vai iniciar mais um Africa Eco Race. Para esta sua 10ª participação naquela que é a maior maratona africana de todo-o-terreno da atualidade, Elisabete Jacinto conta alcançar um lugar entre os três primeiros camiões somando assim ao seu currículo o sexto pódio alcançado nesta prova. Pretende ainda destacar-se na classificação conjunta com os automóveis e desta forma tornar memorável este ano de efeméride.

Para esta competição foram concretizadas algumas melhorias, levadas a cabo pelo Marco Cochinho na oficina da Hydraplan, em Alverca, por forma a melhorar a performance do MAN TGS: “apostámos mais uma vez nas suspensões e equipámos o camião com um conjunto de amortecedores Donerre que faço votos que tenha uma longa durabilidade. Para além disso adaptamos finalmente as jantes de alumínio que me vão permitir rolar com a pressão dos pneus muito baixa nos sítios de areia mole. Substituímos também os nossos velhinhos faróis de Xenon pelos modernos faróis de leds… mas faço votos de não ter que os usar…”, explicou Elisabete Jacinto.

O Africa Eco Race vai contar nesta edição com 13 equipas inscritas na categoria de camião que vão enfrentar os duros e complexos percursos desta competição.  O checo Tomas Tomecek com o seu Tatra, com o qual já venceu por três vezes esta corrida (e que a par de Elisabete Jacinto é um dos mais antigos participantes neste rali) e o húngaro Micklos Kovacs, vencedor desta competição em 2010 com um Scania, vão mais uma vez estar presentes e serão os principais adversários dos portugueses. O nível de experiência e preparação dos concorrentes é grande pelo que se espera, mais uma vez, muita competitividade entre os T4.

Elisabete Jacinto e a equipa Bio-Ritmo são, nesta edição de 2019, os únicos representantes portugueses no Africa Race. O ano de estreia da formação foi em 2010 e, desde essa altura, cumpriram todas as edições desta maratona africana. Elisabete Jacinto, além de ser a única mulher no Africa Race a competir ao volante de um camião é também, a nível mundial, o único piloto de todo-o-terreno do sexo feminino a competir atualmente em rali raids na categoria T4.

A equipa Bio-Ritmo® realiza amanhã, dia 29 de dezembro, as respetivas verificações de ambos os camiões bem como de toda a documentação dos seis membros da formação portuguesa.